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Sunday, January 20, 2019
  O DESAFIO DOS ENIGMAS - edição de 20 de janeiro de 2019 TUDO EM ABERTO NA FRENTE DA CLASSIFICAÇÃO É hoje conhecida a solução do penúltimo enigma do nosso torneio de decifração, que anima a esperança de alguns “detetives” na obtenção de um lugar de destaque na classificação final, ao mesmo tempo que deixa outros à beira de um ataque de nervos por terem perdido preciosos pontos na reta final da prova. A uns e outros impõe-se agora informar que existirão em breve outras competições onde poderão testar novamente os seus dotes detectivescos, pelo que, caso não consigam alcançar os resultados esperados na prova em disputa, os próximos tempos poderão ser muito mais auspiciosos. Portanto, posto isto, não há nenhuma razão para desanimar. TORNEIO “SOLUÇÃO À VISTA!” Solução da Prova nº. 8 “O Dia em que Méno Rock Morreu”, de Bernie Leceiro Dos três membros de Mingos & Os Samurais apresentados como possíveis noivos, por audição do álbum, apenas Nicolau, o Lau da Viola, poderá ter casado com Zira. Berto Poeta deserta do serviço militar e foge pela fronteira para Amesterdão em março de 1973 – Musica 8 do disco 2 – “O dia em que Méno Rock morreu”. Gastão Santos, o Psicadélico, é casado, como cantado por Rui Veloso – Música 3 do disco 2 – “Psicadélico desesperado” A data do casamento de Zira e Lau da Viola terá sido em 12 de junho de 1973, o dia de aniversário de Zira que era do signo gémeos. O casamento foi católico, na igreja de Santo António no âmbito da cerimónia organizada pelo Diário Popular. Pontuação e Classificação (após a 8ª. Prova) Foram muito poucos (cinco apenas!) os “detetives” que desvendaram com sucesso o nome do membro da banda Mingos & Os Samurais que casou com Zira, madrinha de guerra de Méno Rock, apesar dos esforços colocados na decifração do enigma proposto por Bernie Leceiro. Foi o caso de Inspetor Mucaba e Ma(r)ta Hari, que apontaram como noivo a pessoa errada, tombando assim da quarta posição da tabela classificativa, que é agora ocupada por uma dupla de grandes recursos dedutivos: Airam Semog e Zé de Mafamude. Foi também o caso dos confrades Rigor Mortis e Bigode, que têm agora de premeio na classificação um “detetive” que tem subido gradualmente de rendimento ao longo da competição. E foi igualmente o caso de Daniel Falcão e Detetive Jeremias, que se mantêm na frente da classificação (em igualdade pontual), numa acesa luta de titãs desde a primeira hora, apesar do inesperado percalço nesta etapa, deixando para a última prova do torneio a decisão do vencedor. Já no que respeita à cauda da classificação, regista-se a saída do último lugar do “detetive” Vitinho, que passou a lanterna vermelha ao confrade afuradense Mascarilha, como se pode constatar na tabela que se segue. 1ºs. Daniel Falcão (84+8) e Detetive Jeremias (84+8): 92 pontos; 3º. Bernie Leceiro (73+10): 83 pontos; 4ºs. Ariam Semog (69+12) e Zé de Mafamude (68+13): 81 pontos; 6ºs. Inspetor Mucaba (70+8), Madame Eclética (69+9) e Ma(r)ta Hari (70+8): 78 pontos; 9º. Rigor Mortis (69+8): 77 pontos; 10º. Gomes (64+11): 75 pontos; 11º. Bigode (66+8): 74 pontos; 12ºs. Chico de Laborim (63+10) e Inspetor Guimarães (64+9): 73 pontos; 14ºs. Abrótea (64+8), Carlota Joaquina (64+8), Charadista (64+8), Chico da Afurada (63+9) e Pena Cova (63+9): 72 pontos; 19ºs. Beira Rio (62+9), Broa de Avintes (62+9), Holmes (63+8) e Inspetor Madeira (62+9): 71 pontos; 23ºs. Arc. Anjo (62+8), Bota Abaixo (61+9), Haka Crimes (61+9), Necas (62+8) e Talismã (62+8): 70 pontos; 28ºs. Detetive Bruno (61+8) e Santinho da Ladeira (62+7): 69 pontos; 30ºs. Martelo (60+8), Solidário (61+7) e Vitinho (58+10): 68 pontos; 33º. Mascarilha (60+7): 67 pontos. CONCURSO “MÃOS À ESCRITA!” As avaliações feitas ao enigma “O Dia em que Méno Rock Morreu”, de Bernie Leceiro, concorrente aos prémios em disputa no concurso “Mãos à Escrita!”, resultaram na seguinte pontuação média final: 7,80 pontos. Com este resultado, quanto falta apenas conhecer a pontuação atribuída ao enigma de Detetive Jeremias, que encerra esta competição de escrita de problemas policiários, podemos concluir que apenas os produtores Búfalos Associados e Bernie Leceiro têm garantido um lugar no pódio final da classificação geral da prova, que se encontra assim ordenada: 1º. “A Lógica não é uma Batata”, de Búfalos Associados: 7,90 pontos; 2º. “O Dia em que Méno Rock Morreu”, de Bernie Leceiro: 7,80 pontos; 3º. “Contas Desajustadas”, de Verbatim: 7,40 pontos; 4º. “As 3 Poltronas”, de Rigor Mortis: 7,10 pontos; 5º. “Ida ao Teatro”, de Bigode: 7,00 pontos; 6º. “Camarada Tempicos”, de A. Raposo: 6,90 pontos; 7º. “O Enforcamento do Vigilante”, de Daniel Gomes: 6,80 pontos; 8º. “Um Regresso do Outro Lado”, de Abrótea: 6,60 pontos. ANO NOVO, NOVAS INICIATIVAS Sempre que um novo mês de janeiro se instala no calendário das nossas vidas, é costume dizer-se “Ano Novo, Vida Nova”. E este provérbio popular assenta este mês que nem uma luva à nossa secção, com uma pequena alteração, passando a ler-se “Ano Novo, Novas Iniciativas”. E assim do velho se faz novo. Ou seja, as iniciativas que terminam na próxima edição regressam muito em breve, com o ano novo a distingui-las do ano velho: “Mãos à Escrita! – 2019” e “Solução à Vista! – 2019” são as novidades... E os respetivos regulamentos estão por aí a chegar!  
Saturday, January 05, 2019
  O DESAFIO DOS ENIGMAS - edição de 5 de janeiro de 2019 O ENIGMA QUE DECIDE TUDO É HOJE DESVENDADO É hoje desvendado o enigma que decide tudo! É a partir dele que se ficarão a conhecer os vencedores dos torneios “Solução à Vista!” e “Mãos à Escrita!”, que têm animado a nossa secção desde maio de 2018. É verdade que ainda falta conhecer as soluções e pontuações relativas ao enigma que constitui a prova nº. 8, cujo prazo de envio expira no próximo dia 15, mas sejam quais forem os resultados que venham a ser alcançados tudo se decidirá com o desafio que hoje se publica. É ele que decide quem leva para casa os prémios em disputa nas duas competições! TORNEIO “SOLUÇÃO À VISTA!” Prova nº. 9 “Fiasco”, de Detetive Jeremias 1 – Factos A 12 de Maio de 2018, no lugar conhecido entre nós como casalinho dos Cadimas, foi vandalizada uma habitação isolada durante a ausência temporária da sua proprietária. A GNR foi chamada ao local às 23h57 por Luísa Lourenço, que declarou ter saído por volta 17 horas na companhia de uma prima, para assistir a um espetáculo no Parque das Nações. De regresso, verificaram que a porta de entrada estava aberta e as divisões revolvidas: armários, gavetas e prateleiras com o conteúdo espalhado pelo chão, cama e sofá esventrados. Só o interior da casa foi alvo dos malfeitores. A vítima, que é viúva e vive sozinha, garantiu que os bens mais valiosos − dinheiro e o pouco ouro − estavam a salvo. Não tinha ainda tido tempo de verificar, mas à primeira vista parecia não faltar nada. A pequena habitação é composta por sala, quarto, cozinha e casa de banho. 2 – Reflexões Personagem A: Mas como é que eu caí no conto do vigário? Recebi anteontem pelo correio dois bilhetes para a Grande Final. Vinham com um cartão: “Oferta de Amigos”. Para mim foi melhor do que ter ganho o Euromilhões. Valha-me Deus! Os bilhetes estavam mais do que esgotados e nem nunca me passaria pela cabeça gastar tanto dinheiro. Mas agora, pensando bem, os lugares que nos ofereceram eram dos piores, dos mais baratuchos. É claro que me queriam fora de casa para poder deitar a unha ao dinheiro da venda dos pinheiros. Não é segredo para ninguém a boa maquia que recebi. Nem queria acreditar quando vi a casa naquele estado. Felizmente não descobriram o cordão de ouro e as notas de 200 na lata do café. Personagem B: Deixaram-me aqui com pouco ou nada para me entreter. Fiquei deitado ao sol, todo esticado. Bebi água e depois fui para a sombra, porque fiquei com calor. Lá em baixo anda alguém a cortar silvas com uma roçadora e o barulho está a zoar-me nas orelhas. Já não se pode estar tranquilo. Agora é o chiar da corrente de uma pasteleira. Parou ao portão. Quem vem lá? Olá… Cheira-me a alguém. Ena pá! Grande osso! Personagem C: Coitada da Luisinha. É como uma irmã para mim e a minha melhor amiga. Estava tão feliz por ter concretizado um sonho e acabou o dia daquela maneira. Chegámos seriam umas 11 e meia, ficámos desconfiadas com a porta escancarada e tememos o pior, quando vimos tudo espalhado. A Luisinha ficou branca como a cal e só voltou a ganhar cor quando verificou que não tinham levado o dinheiro. Ligou logo para a guarda. Personagem D: Foi agora de manhã que o prior me contou do assalto lá p’ra casa da Lourença. Bom, ela de nome é Luísa Lourenço, mas todos aqui a conhecemos por Lourença. Ontem à tarde andava por ali perto, a roçar as silvas e “haveriam” de ser umas sete e picos quando vi ir p‘ra casa dela um “gabirú” de bicicleta. Estranhei. A Lourença tinha ido p’ra Lisboa de carro com a prima. Como “Despois” “nã” ouvi o Pirata ladrar e entendi qu’ era alguém conhecido. ‘Tou velho, mas sei o que vi e por isso resolvi vir aqui à guarda. Personagem E: É sempre a mesma tetra. Qualquer roubo nas redondezas e o culpado sou eu. É o azar de ser apanhado e ter ido 9 meses de cana. Agora, quando desaparecem coisas, sejam galinhas ou castiçais de prata o culpado é aqui o “je”. Ando a ver se me endireito, mas a coisa não está fácil. Para roubar a Lourença é só esperar que saia e ir à lata do café. Trabalhei lá nas obras da cozinha e, quando ela me pagou, bem vi onde guardava o guito. Personagem F: Deixa-me cá respirar fundo para ficar calmo e não levantar suspeitas. Afinal não consegui roubar o dinheiro. Raio da Lourença! Ou meteu os euros no banco, ou deu-os a alguém para guardar. Tantas horas perdidas… e nada. Também tinha de sair dali. Elas já deviam estar de volta. De Lisboa até aqui é um pulinho. Tanta coisa e só tive prejuízo: o dinheiro que investi nos bilhetes, no osso e nas luvas. Tanto empenho e planeamento para nada. 3 – Epílogo Carreira era um sargento novato, mas era da terra. Conhecia pessoalmente os envolvidos e tinha ideia do que se passara neste caso. Havia uma vítima, testemunhas com dados importantes − a Lina e o velho Tripeça − e uma luva, com impressões bem definidas no interior, possivelmente usadas pelo infrator. Havia também suspeitos, dois mariolas, conhecidos no meio por Tó Pichelingue e Nélson Miolos. Agora estava na altura de a investigação avançar e de recolher elementos de prova para identificar o culpado. Tivesse o Carreira acesso aos “pensamentos íntimos” dos intervenientes acima registados e tudo seria mais fácil… DESAFIO AO LEITOR … E o leitor, consegue saber “Quem é Quem” e reconstruir o que se poderá ter passado? O que se pede é que o faça através de relatório circunstanciado, a enviar para o orientador da secção, até ao próximo dia 15 de fevereiro, através de um dos seguintes meios: - por correio postal, para AUDIÊNCIA GP / O Desafio dos Enigmas, rua do Mourato, 70-A – 9600-224 Ribeira Seca RG – São Miguel – Açores; - por correio eletrónico, para salvadorpereirasantos@hotmail.com. E, já sabe, não se esqueça de identificar a solução enviada com o seu nome (ou com o pseudónimo adotado), nem de indicar a pontuação que atribui ao enigma proposto pela Detetive Jeremias (entre 5 a 10 pontos, em função da sua originalidade, qualidade e grau de dificuldade). Recordamos mais uma vez que o vencedor do concurso de produção de enigmas policiários “Mãos à Escrita!” será encontrado através da pontuação média atribuída pelos participantes do torneio de decifração “Solução à Vista!” e pelo orientador desta secção.  
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