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terça-feira, fevereiro 10, 2026
  NOTÍCIAS DO BLOGUE "A PÁGINA DOS ENIGMAS"

 

Já é conhecido o segundo problema do Torneio de Fórmula 1 Policiária e do Torneio Paralelo de Homenagem à Geração de 70, correspondente ao Grande Prémio de Lisboa. Ei-lo:

Torneio de Fórmula 1 Policiária 

Grande Prémio do Porto

Torneio Paralelo de Homenagem à Geração de 70

Problema nº 2

O traficante de diamantes

de Paulo

A minha missão estava bem definida. Seguia o carro que me haviam indicado e, como de costume, eu sabia que não o poderia perder.

A noite já caíra há algum tempo e como o carro seguia numa estrada com poucos veículos, achei melhor não me aproximar demasiado. Ele poderia suspeitar daquelas luzes que iam sempre atrás dele mesmo quando mudava de direção.

Não era um suspeito muito perigoso. Nunca matara ninguém, daquilo que se sabia. Estava a ser seguido por ser um elemento importante na quadrilha de tráfico de diamantes que estávamos a investigar.

Ele fazia uma condução normal, quase descontraída. Connosco, naquela estrada, cruzavam-se alguns carros, atirando-me as luzes para os olhos, e para os dele, muito provavelmente, quando se esqueciam de alterar os faróis para a posição de cruzamento com outros veículos. Nunca lhe vira a cara. Tinham-me indicado o modelo e a cor do carro, o local onde estava parado e eu aguardei. Vi-o entrar no carro, sozinho, e assim conduzia, porque mais ninguém entrara posteriormente.

A viagem estava monótona, não fossem os veículos que vinham da frente. Foi num desses cruzamentos, enquanto um carro se cruzava com ele, que atirou pela janela, ainda lhe vi a extremidade dos dedos, a ponta de um cigarro, que vi em movimento parabólico até bater no chão. Não fosse eu estar a fazer a perseguição e teria parado, para ter a certeza que a “beata” estava apagada na berma onde caíra. Era inverno, mas nunca se sabe o que pode acontecer. Não há épocas de incêndios, há incêndios. Ainda olhei para o lado direito, para ver se via alguma chama a tentar começar, mas a ponta do cigarro não se via.

Aproximávamo-nos da autoestrada e seria por aí que seguiríamos. Nestas estradas de portagem eletrónica não se para, e foi por isso que seguimos sempre sem interrupção da viagem.

Pouco depois, havia uma estação de serviço, para onde ele entrou.

Eu também saí da autoestrada. Ele estava parado a colocar combustível no carro. Eu não podia parar ali, pois ele podia ver-me, o que não era aconselhável, ou desconfiar que era seguido. Segui em frente e parei junto do restaurante da estação, pronto a arrancar quando ele passasse, pois era a única via de saída. Parei. Vi que ele desviara o carro para a lateral do restaurante e, como não surgira do outro lado do edifício, parara aí. Será que iria comer. Também saí e fui até à lateral do edifício.

Miséria! Desgraça! Eu não tinha reparado na matrícula do carro e agora havia lá quatro carros estacionados do mesmo modelo e da mesma cor. Um modelo atual. Como era possível?! Como fora eu tão ingénuo? Quem é que agora eu deveria seguir? Havia um veículo com matrícula portuguesa, outro com matrícula espanhola, um com a placa da Grã-Bretanha e outro, pasme-se, da Finlândia. A terra do frio e do Pai Natal. Claro que o interior do veículo coincidia com a nacionalidade da matrícula, como eu pude constatar numa vista rápida através do para-brisas.

Quem é que eu deveria seguir? Qual dos quatro veículos seria usado pelo traficante de diamantes?

 É neste momento que os leitores vão ajudar o detetive automobilista. Qual dos carros ele se deveria preparar para seguir e porquê?

As soluções devem ser entregues pelos seguintes meio, até às 24 horas do dia 28 de fevereiro:

a-Enviando por email, para o endereço postal apaginadosenigmas@gmail.com;

b-Entregando em mão ao orientador do Blogue A Página dos Enigmas, onde quer que o encontrem.

c-Por correio, através do endereço postal Paulo Pereira Viegas / Rua Ferreira de Castro, lote 21 / 3505-570 Viseu.

 
sábado, fevereiro 07, 2026
  O DESAFIO DOS ENIGMAS - edição de 10 de fevereiro de 2026

o desafio dos enigmas

    EIS A SOLUÇÃO DE AUTOR DO 1º PROBLEMA DAS NOSSAS PROVAS

Ansiosamente aguardada pelos cerca de meia centena dos nossos leitores e seguidores que apresentaram propostas de solução ao problema 1 do torneio de decifração “Solução à Vista!” e do concurso de produção “Mãos à Escrita!”, da autoria do confrade viseense Paulo, publicamos hoje a sua solução oficial e os critérios de presidiram à avaliação e pontuação das propostas apresentadas, cuja classificação geral será divulgada na edição na nossa secção de 20 de fevereiro.

Torneio de Decifração “Solução à Vista!” – 2026

Problema nº 1

A Vingança, de Paulo

Solução de Autor

Eis a informação quanto ao nome da vítima, local onde foi morta, e com quantos tiros.

Número de tiros – quatro, sete, oito, dez e doze tiros; Nomes dos mortos – Ana Luísa, Martinho Neto, José Ramos, João Ramadas, Ivo Silva; Localidade onde se encontram os corpos – Beja, Gondomar, Sagres; Maia; Fundão

Identificação das distintas informações presentes no texto.

A – Quem levou número ímpar de tiros não foi morto em Beja nem em Gondomar; B – O corpo de Sagres não era o da Ana Luísa nem levou 7 tiros. Levou mais tiros do que o número de letras do nome. (Foi morto com número par de balas); C – Houve quem levasse um tiro por cada letra do nome. D – O corpo que ficou em Gondomar apanhou metade dos tiros do João Ramadas. E – A vítima morta na Maia levou número par de tiros, mas não levou com o maior número de disparos, e não foi a Ana Luísa nem o José Ramos. F – O Ivo Silva foi o que levou menos tiros

Análise dos elementos recolhidos.

1 – O que levou 7 tiros foi morto no Fundão porque

a) O que levou único número ímpar de tiros não foi morto em Beja nem Gondomar (A)

b) O corpo de Sagres não levou sete tiros (B)

c) O corpo deixado na Maia levou número par de tiros (E)

Excluídas as localidades de Beja, Gondomar, Sagres e Maia, resta o Fundão

2João Ramadas levou 8 tiros, porque

O que foi morto em Gondomar levou metade dos tiros do João Ramadas (D).

Olhando para o número tiros disparados o único valor metade de outro é 4.

Os 8 tiros foram no João Ramadas. O corpo de Gondomar levou com 4 projeteis.

3 – O Martinho Neto levou 12 tiros porque houve um que apanhou um tiro por cada

letra do nome (C)

Temos: Ana Luísa – 8 letras; Martinho Neto – 12; José Ramos – 9: João Ramadas- 11; Ivo Silva – 8. Como as coincidências de número entre letras e tiros são o 8 e o 12 e quem levou (demonstrado em 2-) 8 tiros foi o João Ramadas, a Ana Luísa já não poderia apanhar com 8 tiros e apenas o Martinho Neto poderia levar 12 tiros.

4 – O corpo encontrado em Sagres levou 10 tiros porque

a) Levou mais tiros do que o número de letras do nome do assassino (B)

b) João Ramadas e Martinho Neto já se sabe quantos tiros levaram, e todos têm ou menor número de tiros do que número de letras do nome (8 tiros, 11 letras- em, 2-) ou igual número (Martinho Neto 12, 12, em 3-).

c) Sobram os que levaram 4,7 e 10 tiros e os nomes de Ana Luísa (8 letras), Ivo Silva (8 letras) e José Ramos (9 letras). Os 10 tiros são sempre número superior ao de letras.

5 – O corpo encontrado na Maia só pode ser o que levou 8 tiros, porque, (E), não levou o maior número de tiros, e os corpos encontrados no Fundão, em Gondomar e em Sagres (1; 2; 4), também apanharam com número diferentes de disparos. Pode-se então concluir: João Ramadas; 8 tiros; Maia.

6 – Com base nestas atribuições apenas falta indicar onde foi encontrado o corpo que levou 12 tiros, e apenas pode ser em Beja. Então, Martinho Neto, 12 tiros, Beja.

7 – Em Gondomar apareceu o Ivo, porque quem apareceu em Gondomar levou 4 tiros (2), e o Ivo Silva foi o que levou menos tiros, (F). Fica então, Ivo Silva; 4 tiros; Gondomar.

8 – Por exclusão de partes, como o corpo da Ana Luísa não apareceu em Sagres (B), então em Sagres surgiu o José Ramos e a Ana Luísa foi morta no Fundão.

9 – Concluindo: os nomes das vítimas, quantos tiros levaram e onde surgiram os corpos. Ivo Silva; 4 tiros; Gondomar. Ana Luísa; 7 tiros; Fundão. João Ramadas; 8 tiros; Maia. José Ramos; 10 tiros; Sagres. Martinho Neto; 12 tiros; Beja.

 CRITÉRIOS DE PONTUAÇÃO/CLASSIFICAÇÃO

Indicação certa de todas as combinações de “nome, número de tiros, cidade”: 10 pontos.

Indicação certa de 3 combinações de “nome, número de tiros, cidade” + 1 incompleta: 8 pontos.

Indicação certa de 3 combinações de “nome, número de tiros, cidade”: 7 pontos.

Indicação certa de 2 combinações de “nome, número de tiros, cidade” + 1 incompleta: 6 pontos.

Indicação certa de 2 combinações de “nome, número de tiros, cidade”: 5 pontos.

Indicação de 2 combinações incompletas de “nome, número de tiros, cidade”: 4 pontos.

Presença: 3 pontos.

Fatores de valorização para atribuição dos pontos especiais: qualidade e clareza da narrativa, originalidade na abordagem ao tema, criatividade nos meios e modos utilizados, imaginação na forma de apresentação da solução, referência a pormenores que não sejam fundamentais para a resolução do problema e enriqueçam a narrativa do ponto de vista literário ou artístico.


 
domingo, fevereiro 01, 2026
  O DESAFIO DOS ENIGMAS - edição de 1 de fevereiro de 2026

           EIS O SEGUNDO PROBLEMA DO TORNEIO “SOLUÇÃO À VISTA!”

Sem mais delongas, porque o espaço disponível no jornal AUDIÊNCIA assim o determina, passamos a publicar o segundo problema do torneio que nos acompanhará ao longo de todo o ano:

Torneio de Decifração “Solução à Vista!” – 2026

Problema nº 2

            Amor à Primeira Vista, de O Gráfico

A Detective Cupido, Elisabete Maria Cardoso Cupido de seu nome completo, formara-se há pouco tempo e no primeiro dia de abertura do seu Escritório… recebeu logo uma chamada, de uma sua amiga, Florista, a participar um roubo e a requisitar os seus préstimos. Elisabete Cupido, ao contrário daquilo que se possa imaginar e que o seu próprio apelido pareça indicar…, mais vale ser que parecer, ambicionai a honra e não as honras, nunca se apaixonara e só vivera desde a sua infância com o objectivo de se tornar Detective e tentar desvendar casos de mistério… e outras complexidades!

Um azar nunca vem só e a Dona Rosa Pimenta Saudade dos Cravos, mulher sempre viva, alegre, trabalhadora e divertida, depois de um Sábado muito fantástico… aconteceu-lhe de tudo… no dia seguinte quando se preparava para um Domingo de arromba na sua Loja de Flores, de aromas divinais e espirituosos, onde os clientes abundam devido aos seus módicos preços e constantes promoções reconhecendo que da festa, o melhor é a véspera. Esta Florista de Profissão é uma mulher de armas que também subiu na vida à custa dos seus próprios meios pois quem dorme em pé não cai da cama, mas aquele seria um Domingo fatídico para ela… primeiro, quando saía de casa, torceu um pé! Dorida chegou ao seu veículo próprio e tinha dois pneus furados! Quando chegou, de Táxi, à sua Loja… tinha tudo destruído… todavia, ainda deu para vislumbrar o assaltante… a fugir, numa Carrinha sem matrícula, onde levou o cofre das suas economias e a máquina registadora… logo num dia em que, devido à festa da véspera, extraordinária em vendas, não tinha recolhido nenhum dinheiro e tão arrependida estava de ter renovado o stock de flores até altas horas da noite!

A Dona Rosa dos Cravos, apesar de ser uma mulher muito perspicaz e observadora, não hesitou em contactar a Detective Cupido em vez de participar o roubo à Polícia pois quem tinha obtido o curso de Detective era a sua amiga Elisabete Cupido e como mais vale um amigo próximo que um parente afastado telefonou de imediato à jovem sabendo que esta Detective um dia seria protagonista de um filme da Indústria de Hollywood!

A Detective Elisabete Cupido exultou com a requisição do seu primeiro caso e com a sua ajudante Lilian, Lily para os amigos, e famosa por usar um só brinco de princesa, respondeu com prontidão à chamada da desesperada e aflitíssima Dona Rosa.

No entanto, alguém tinha chamado a Polícia Judiciária ao local do roubo porque o famoso Inspector Rodriguinho, com o seu inteligentíssimo e habilíssimo Ajudante Lumafero, nada “menino copo de leite”, também apareceu para tentar solucionar o caso e descobrir os malfeitores. Quem telefonou, provavelmente, algum dos vizinhos do Estabelecimento da Florista, não se cansou de dizer à P. J. que o assaltante tinha um rosto bonito, simplesmente belo! E esta foi uma dica que ficou bastante memorizada pelo audacioso Inspector que teve a amabilidade de transmitir os pormenores à jovem Detective Elisabete Cupido.

Horas mais tarde foram detidos para averiguações e consequentes depoimentos… três suspeitos do roubo… habituais “nestas andanças” e com cadastro, a saber:

… um deles, era feio, mesmo feio, muito feio, feiíssimo! Outro era bonito e o terceiro era lindíssimo, mesmo giro, ainda mais bonito do que o outro, um giraço puro, atraente, lindo!

…Todos os interrogados tinham um álibi excelente com justificações e pretextos irrefutáveis… para a hora do roubo! As suas declarações, falsas ou verdadeiras, não sofriam qualquer contestação e por isso mesmo, não podiam ser detidos! Contudo, o insólito aconteceu! A Detective Cupido, vamos lá saber-se qual a razão (!?) apaixonou-se, de modo surpreendente e de sobremaneira, à primeira vista, pelo suspeito mais feio… propriamente o feiíssimo e com os seus próprios argumentos, mesmo assim, acabou por considerá-lo o culpado do roubo e entregou-o às Autoridades competentes, para seu enorme desgosto!

No entanto, o Inspector Rodriguinho, homem mais sabido da vida e já costumeiro em muitos casos semelhantes, antes quebrar que torcer, alheio a paixões e amor à primeira vista (!) não esteve de acordo com a opinião e sentimento da Detective Cupido e deteve para futuras averiguações e outras conclusões o suspeito “bonito”, não o “ainda mais bonito do que este”… e tinha razão (!) o “bonito” acabou por confessar ter sido ele… o autor do roubo!

A Detective Elisabete Maria Cardoso Cupido, mais tarde, acabou por casar-se com o suspeito feiíssimo, a união resultou num amor perfeito, e são, por enquanto, muito felizes!

PERGUNTA-SE:

1 - Qual a razão que levou a Detective Elisa Cupido a incriminar o suspeito feiíssimo como provável autor do roubo? Justifique a sua resposta. 

2 - Qual a razão pela qual o Inspector Rodriguinho culpou como sendo o autor do roubo o suspeito “bonito”? Justifique.

3 - Quantos Provérbios Populares estão mencionados no Texto, Problema Policiário? Indique quais. 

4 - Quantas Flores aparecem na narração? Indique os nomes.

E pronto, por agora, ficamos à espera das vossas propostas de solução a este segundo problema, que devem ser enviadas até 28 de fevereiro de 2026, através dos seguintes meios:

a)     por email, através do endereço eletrónico salvadorsantos949@gmail.com;

b)     por correio, através do endereço postal Salvador Santos / rua Quinta do Modelo, 40 / 2820-261 Charneca de Caparica;

c)     entregando em mão própria ao orientador da secção, onde quer que o encontrem.

Por último, recorda-se que, conjuntamente com a proposta de solução deste problema, os nossos concorrentes devem enviar a pontuação atribuída ao 1º problema do torneio, cuja solução de autor será publicada na próxima edição d’ O Desafio dos Enigmas.

 
segunda-feira, janeiro 26, 2026
  SÓ FALTAM 6 DIAS - ATÉ 31 DE JANEIRO!!!

NÃO DEIXE DE PARTICIPAR

SÓ FALTAM 6 DIAS - RESPOSTAS ATÉ ÀS 24H00 DE 31 DE JANEIRO

Torneio de Decifração “Solução à Vista!” – 2026

Problema nº 1

A Vingança, de Paulo

“Eram todos assassinos contratados, responsáveis por terem morto os meus pais e os meus irmãos. Ou, separando-os por géneros: quatro assassinos e uma assassina. Era o crime organizado a exercer o seu poder sobre quem não pagava. Eu escapei e planeei a vingança que pretendia executar. Escondido, vivendo nas sombras, eliminei-os a todos, com requintes de vingança. Muitos tiros em cada cadáver. Primeiro, para fazer doer, aterrorizar; só o último tiro era para matar. Num dos corpos dei quatro tiros, sete noutro, oito num terceiro, e nos outros dois cadáveres ficaram dez e doze projéteis respetivamente. Contei-os um a um em voz alta, olhando os criminosos nos olhos. Vi a dor e o sofrimento, mas soube-me bem. O meu ódio subia acima do terror deles.

Agora, que cumpri a minha missão, posso partir. Nada me prende a ninguém nem a nenhum local, depois de ter realizado todo o percurso que planeei ao pormenor. Todos os detalhes se encontram gravados na minha mente, tanto foi o tempo e as vezes que pensei neles.

Os cinco corpos ficaram espalhados por Portugal. Fecho os olhos e vejo-me a contar um número ímpar de tiros naquele corpo que se contorceu naquele local que eu lhe tinha destinado, que não foi em Beja nem em Gondomar.

Foram anos na procura. Eu sabia os seus nomes. Aqueles pelos quais eram conhecidos. Nomes profissionais. Profissionais da morte.

Recordo o corpo que desmembrei em Sagres, depois de lhe incrustar um número par de projeteis, e que também não foi o da Ana Luísa, a assassina sorridente. Foi o único que levou mais tiros do que o número de letras do nome.

Naquele sofrimento que eu lhes produzia, houve um que avisei antes de começar:

– Vais levar um tiro por cada letra do teu nome. – E assim foi. Certinhos. Eu disparava e depois dizia a letra. Só não ouviu a última.

Em Gondomar deixei um corpo com metade dos projéteis com que enfeitei o João Ramadas. Soube-me bem!

Na vingança que exerci na Maia, deixei no cadáver um número par de balas, apesar de não ter sido o corpo para onde mais disparei. Antes de aí fazer cumprir o destino, já a Ana Luísa e o José Ramos tinham sido eliminados.

Lembro-me com nitidez do Martinho Neto a implorar, de lagrimas nos olhos, enquanto eu ia carregando no gatilho vagarosamente. Foram vários tiros. Quando o matei, os seus apelos faziam-me lembrar palavras semelhantes, de outros assassinos que eu já tinha eliminado antes.

Era apenas mais uma morte. O cumprimento de uma missão. Para cada um dos corpos sobre quem eu disparava, já tinha definido anteriormente a receita que lhe estava destinada.

Que hei de fazer agora? Cumpri o meu destino. Corpos espalhados pelo país, de Sagres a Gondomar, passando pelo Fundão. Nem um escapou, mesmo aquele que mais foi difícil de encontrar, o Ivo Silva. Se calhar, por isso levou menos tiros que todos os outros.

Agora, que já cumpri o caminho que tracei para mim, só me resta morrer.”

Esta foi a carta encontrada junto de um corpo, aparentemente vítima de suicídio, que apareceu numa rua do Bairro do Restelo, em Lisboa, com um tiro na fronte e a arma junto do corpo.

As autoridades abriram a boca de espanto. Havia algum tempo que tinham notado o desaparecimento de alguns profissionais do crime, mais propriamente de alguns elementos que se sabia que tinham por função cometer assassínios, mas nunca tinham percebido o que lhes acontecera. Simplesmente, tinham desaparecido de todas as informações que eram recebidas pela polícia. Parecia que agora tudo estava esclarecido. Tudo fizera parte de uma longa e pormenorizada vingança.

Após o surgimento daquela carta, a Polícia Judiciária ainda tinha um trabalho longo pela frente: tentar encontrar os corpos, e a carta era uma primeira pista.

A partir das informações na carta podem também os leitores dar a sua contribuição para ajudar as autoridades policiais, indicando em que localidade cada vítima foi encontrada e com quantos tiros foi morta.

E pronto, por agora, ficamos à espera das vossas propostas de solução a este primeiro problema, que devem ser enviadas até dia 31 de janeiro de 2026, através dos seguintes meios:

a)     por email, através do endereço eletrónico salvadorsantos949@gmail.com;

b)     por correio, através do endereço postal Salvador Santos / rua Quinta do Modelo, 40 / 2820-261 Charneca de Caparica;

c)     entregando em mão própria ao orientador da secção, onde quer que o encontrem.

E, já sabem, não se esqueçam de identificar a proposta de solução enviada com o vosso nome (ou com o pseudónimo adotado).

NÃO DEIXE DE PARTICIPAR!!!

 
terça-feira, janeiro 20, 2026
  O DESAFIO DOS ENIGMAS - edição de 20 de janeiro de 2026

             

COM AS COMPETIÇÕES EM MARCHA, EIS OS SEUS REGULAMENTOS

Enquanto os nossos seguidores se debatem com o enigma “A Vingança”, de Paulo, que constitui o Problema 1 das nossas competições, recordamos nesta edição os seus regulamentos, dando conta dos resultados finais das provas que animaram o espaço virtual até ao final de 2025.

        TORNEIO DE DECIFRAÇÃO DE ENIGMAS POLICIÁRIOS

        “SOLUÇÃO À VISTA!” – 2026

        REGULAMENTO

1. O torneio de decifração de enigmas policiários é aberto a todos os leitores do jornal AUDIÊNCIA GP e do blogue Local do Crime, não necessitando de inscrição prévia

2. O torneio será constituído pelos enigmas apresentados ao concurso “Mãos à Escrita!”, que serão publicados ao longo do ano de 2026.

3. As propostas de solução de cada enigma deverão ser enviadas até ao último dia do mês da sua publicação, para o email salvadorsantos949@gmail.com ou para o endereço postal Rua Quinta do Modelo, 40, 2820-261 Charneca de Caparica.

3.1. A partir da prova nº 2, as propostas de solução deverão ser acompanhadas de pontuação atribuída ao enigma que constituiu a prova anterior (o enigma que constitui a última prova do torneio, da autoria do orientador da secção O Desafio dos Enigmas, não será pontuado).

3.2. As pontuações a atribuir, entre 5 e 10 pontos, terão como objetivo definir a ordenação da tabela classificativa final dos enigmas concorrentes ao concurso “Mãos à Escrita!”, a decorrer paralelamente.

4. Cada proposta de solução será classificada entre 5 e 10 pontos, correspondendo 5 à simples presença e 10 à solução integral do enigma, sendo as pontuações intermédias definidas de acordo com o grau de resolução.

4.1. Em cada prova, das propostas de solução enviadas serão selecionadas pelo orientador da secção as três melhores (as mais criativas e originais), que receberão 3, 2 e 1 pontos. Esta pontuação servirá apenas para desempate em caso de igualdade pontual entre concorrentes no final do torneio.

5. Será vencedor do torneio, o concorrente que no final acumule o maior número de pontos referidos em 4, sendo distinguido com a Taça Dic Roland.

6. Os concorrentes posicionados nos dois lugares subsequentes da classificação final serão distinguidos com as Taças Rip Kirby e Avlis e Snitram.

7. Os classificados entre o quarto e o décimo lugar serão distinguidos com medalhas de participação.

8. Os casos omissos serão resolvidos pelo orientador da secção O Desafio dos Enigmas, não havendo recurso das decisões tomadas.

        CONCURSO DE ENIGMAS POLICIÁRIOS (PRODUÇÃO)

        “MÃOS À ESCRITA!” – 2026

        REGULAMENTO

1. O concurso é aberto a todos, sem condicionalismos de idade.

2. Cada concorrente pode apresentar mais do que um original.

3. Os trabalhos, na modalidade de produção de enigma policiário, em língua portuguesa, deverão conter enunciado e respetiva solução.

4. Os trabalhos deverão ser apresentados em suporte digital, formato A4, com tipo de letra Time News Roman, em corpo 12 e com 1,5 de espaçamento entre linhas.

5. O enunciado do enigma deve ter o máximo de 2 páginas e a solução o máximo de uma página e meia.

6. Os trabalhos, nos moldes atrás descritos, deverão ser enviados para o endereço eletrónico salvadorsantos949@gmail.com, entre 1 de novembro de 2025 e 31 de março de 2026.

7. A classificação dos enigmas será definida através da média da pontuação atribuída pelos participantes na edição 2026 do Torneio de Decifração “Solução à Vista!” e pelo orientador da secção O Desafio dos Enigmas.

8. Na apresentação das propostas de solução dos enigmas do torneio de decifração acima referido, que decorre paralelamente, os participantes atribuirão aos enigmas entre 5 a 10 pontos (em função da sua originalidade e grau de dificuldade), tendo o orientador da secção o mesmo número de pontos para atribuir a cada enigma.

8.1. A atribuição dos pontos é feita da seguinte forma: na apresentação da proposta de solução do enigma que constitui a segunda prova do torneio de decifração, os participantes atribuirão a pontuação da primeira prova; na apresentação da proposta de solução da terceira prova, atribuirão a pontuação da segunda prova, e assim sucessivamente.

8.2. A última prova do torneio de decifração “Solução à Vista!” será da autoria do orientador da secção, pelo que não integrará o concurso “Mãos à Escrita!”.

9. Será vencedor do concurso o enigma que alcançar uma maior pontuação média, sendo também distinguidos os restantes enigmas classificados nas primeiras três posições.

10. Serão atribuídos os seguintes prémios: 1º lugar – Taça A. Raposo; 2º Lugar – Taça Nove; 3º Lugar – Taça Cloriano M. Carvalho.

11. Os casos omissões serão resolvidos pelo orientador da secção O Desafio dos Enigmas, não havendo recurso das decisões tomadas. 

O POLICIÁRIO NO ESPAÇO VIRTUAL

Chegou ao fim o Torneio do Cinquentenário de “Mistério… Policiário”, que decorreu ao longo de todo o ano 2025, alternadamente, nos blogues Local do Crime, Repórter de Ocasião, A Página dos Enigmas e Momento do Policiário. Tendo-se sagrado vencedora na Decifração a Detetive Jeremias, que também triunfou nas Melhores, enquanto que Mali venceu nas Mais Originais. Destaque ainda para os policiaristas que ocuparam lugares nos respetivos pódios, com Fotocópia e Inspector Aranha nos 2º e 3º lugares em Decifração; Fotocópia e Inspector Aranha também ficaram nos 2º e 3º postos das Melhores; e Dona Sopas e Detective Jeremias nas 2ª e 3ª posições das Mais Originais. No domínio da Produção, o grande vencedor foi o matosinhense Bernie Leceiro, que foi acompanhado no pódio pelo viseense Paulo (2º lugar) e pela escalabitana Detective Jeremias (3º lugar), após a votação dos veteranos Big Ben (ou Figaleira) e Luís Pessoa (ou Inspetor Fidalgo).

Chegou igualmente ao fim o Torneio “Quem É?”, que decorreu em exclusivo no blogue A Página dos Enigmas, com a publicação de nove Testes de Questões sobre Literatura Policial (autores, títulos, personagens…), tendo vencido Rodriguda, em igualdade pontual com Mandrake Mágico, Detective Jeremias e Inspector Moscardo, após aplicados os critérios de desempate.

 
terça-feira, janeiro 13, 2026
  TORNEIO "SOLUÇÃO À VISTA!" - problema 1

 

Torneio de Decifração “Solução à Vista!” – 2026

Problema nº 1

A Vingança, de Paulo

“Eram todos assassinos contratados, responsáveis por terem morto os meus pais e os meus irmãos. Ou, separando-os por géneros: quatro assassinos e uma assassina. Era o crime organizado a exercer o seu poder sobre quem não pagava. Eu escapei e planeei a vingança que pretendia executar. Escondido, vivendo nas sombras, eliminei-os a todos, com requintes de vingança. Muitos tiros em cada cadáver. Primeiro, para fazer doer, aterrorizar; só o último tiro era para matar. Num dos corpos dei quatro tiros, sete noutro, oito num terceiro, e nos outros dois cadáveres ficaram dez e doze projéteis respetivamente. Contei-os um a um em voz alta, olhando os criminosos nos olhos. Vi a dor e o sofrimento, mas soube-me bem. O meu ódio subia acima do terror deles.

Agora, que cumpri a minha missão, posso partir. Nada me prende a ninguém nem a nenhum local, depois de ter realizado todo o percurso que planeei ao pormenor. Todos os detalhes se encontram gravados na minha mente, tanto foi o tempo e as vezes que pensei neles.

Os cinco corpos ficaram espalhados por Portugal. Fecho os olhos e vejo-me a contar um número ímpar de tiros naquele corpo que se contorceu naquele local que eu lhe tinha destinado, que não foi em Beja nem em Gondomar.

Foram anos na procura. Eu sabia os seus nomes. Aqueles pelos quais eram conhecidos. Nomes profissionais. Profissionais da morte.

Recordo o corpo que desmembrei em Sagres, depois de lhe incrustar um número par de projeteis, e que também não foi o da Ana Luísa, a assassina sorridente. Foi o único que levou mais tiros do que o número de letras do nome.

Naquele sofrimento que eu lhes produzia, houve um que avisei antes de começar:

– Vais levar um tiro por cada letra do teu nome. – E assim foi. Certinhos. Eu disparava e depois dizia a letra. Só não ouviu a última.

Em Gondomar deixei um corpo com metade dos projéteis com que enfeitei o João Ramadas. Soube-me bem!

Na vingança que exerci na Maia, deixei no cadáver um número par de balas, apesar de não ter sido o corpo para onde mais disparei. Antes de aí fazer cumprir o destino, já a Ana Luísa e o José Ramos tinham sido eliminados.

Lembro-me com nitidez do Martinho Neto a implorar, de lagrimas nos olhos, enquanto eu ia carregando no gatilho vagarosamente. Foram vários tiros. Quando o matei, os seus apelos faziam-me lembrar palavras semelhantes, de outros assassinos que eu já tinha eliminado antes.

Era apenas mais uma morte. O cumprimento de uma missão. Para cada um dos corpos sobre quem eu disparava, já tinha definido anteriormente a receita que lhe estava destinada.

Que hei de fazer agora? Cumpri o meu destino. Corpos espalhados pelo país, de Sagres a Gondomar, passando pelo Fundão. Nem um escapou, mesmo aquele que mais foi difícil de encontrar, o Ivo Silva. Se calhar, por isso levou menos tiros que todos os outros.

Agora, que já cumpri o caminho que tracei para mim, só me resta morrer.”

Esta foi a carta encontrada junto de um corpo, aparentemente vítima de suicídio, que apareceu numa rua do Bairro do Restelo, em Lisboa, com um tiro na fronte e a arma junto do corpo.

As autoridades abriram a boca de espanto. Havia algum tempo que tinham notado o desaparecimento de alguns profissionais do crime, mais propriamente de alguns elementos que se sabia que tinham por função cometer assassínios, mas nunca tinham percebido o que lhes acontecera. Simplesmente, tinham desaparecido de todas as informações que eram recebidas pela polícia. Parecia que agora tudo estava esclarecido. Tudo fizera parte de uma longa e pormenorizada vingança.

Após o surgimento daquela carta, a Polícia Judiciária ainda tinha um trabalho longo pela frente: tentar encontrar os corpos, e a carta era uma primeira pista.

A partir das informações na carta podem também os leitores dar a sua contribuição para ajudar as autoridades policiais, indicando em que localidade cada vítima foi encontrada e com quantos tiros foi morta.

E pronto, por agora, ficamos à espera das vossas propostas de solução a este primeiro problema, que devem ser enviadas até dia 31 de janeiro de 2026, através dos seguintes meios:

a)     por email, através do endereço eletrónico salvadorsantos949@gmail.com;

b)     por correio, através do endereço postal Salvador Santos / rua Quinta do Modelo, 40 / 2820-261 Charneca de Caparica;

c)     entregando em mão própria ao orientador da secção, onde quer que o encontrem.

E, já sabem, não se esqueçam de identificar a proposta de solução enviada com o vosso nome (ou com o pseudónimo adotado).

PARTICIPEM!!!

 
sábado, janeiro 10, 2026
  NOTÍCIAS DO BLOGUE "A PÁGINA DOS ENIGMAS"


Já é conhecido o primeiro problema do Torneio de Fórmula 1 Policiária e do Torneio Paralelo de Homenagem à Geração de 70, correspondente ao Grande Prémio de Lisboa. Ei-lo:

Torneio de Fórmula 1 Policiária 

Grande Prémio de Lisboa

Torneio Paralelo de Homenagem à Geração de 70

Problema nº 1

No Café Central

O José Rabaça nascera em Penedio no longínquo ano de 1947. Quando iniciara a adolescência, abalara para Lisboa na companhia dos pais. Fizera o Curso Comercial e conseguira emprego num banco, na capital de país, em plena Baixa, onde permanecera até se reformar, em 2008. Dois anos depois, estava de volta à aldeia onde nascera, e de onde nunca se desligara.

Gostava de passar os dias no Café Central, o único da aldeia, onde, na companhia de mais alguns seus contemporâneos, também já com a idade de terem reformas, algumas bem magras, ia contando episódios que com ele se passaram na grande cidade.

– Este, que vos vou contar, lembro-me eu muito bem dele. Foi em 1980. Um assalto. Em 37 anos que trabalhei no banco, e foi sempre no mesmo, pois sou do tempo em que um emprego era para toda a vida, foi a única vez que fomos assaltados, e, imaginem, com uma banana.

– Essa técnica já aconteceu noutros sítios! – disse o José Félix.

– Pois aconteceu – rematou o Rabaça – mas naquele tempo ninguém tinha ouvido falar disso. O homem tinha a banana tapada com um jornal, e parecia mesmo uma pistola. Eu estava na caixa e só sei que ele levou todo o dinheiro que eu tinha. Eh pá! Fiquei todo borrado com medo que ele disparasse.

Quando saiu já estava cá fora a polícia, que o apanhou, e foi então que se descobriu a banana.

As gargalhadas de todos coroaram a história, enquanto pelos vidros olhavam a rua onde brilhava um Sol de quase 40 graus célsius naquele mês de junho.

–  Faz hoje 43 anos, – rematou o Rabaça.

– Se fosse comigo, também não esquecia. É o dia a seguir ao meu aniversário. ­ – Disse o João Rebelo.

– E quando é que nasceste, então? – Perguntou o Luís Amílcar.

– Isso queriam vocês saber, mas eu não digo.

O José Rabaça acrescentou:

– Deixa-te de tretas. És dois anos mais velho do que eu.

Mais um coro de gargalhadas.

– E fizeste anos ontem! – Acrescentou o José Félix.

– Pronto. Esta bem! – Terminou o João Rebelo. – Nasci no ano em que terminou a guerra, no dia 12.

– Afinal, não custou dizer – disse o Luís Amílcar a rir.

A conversa mudou para o futebol. Eram todos benfiquistas, e o campeonato de 2023 transformava-se num bom tema, em que estavam todos de acordo.

– Somos os maiores.

Termina-se aqui. 

Será que há algo de incorreto no que foi contado? O que é? Justifique a resposta.

Está lançada a primeira prova. Fácil, como se pode ler, mas... não se esqueçam de justificar, pois numa prova em que é tão fácil encontrar o que está incorreto, a justificação pode fazer a diferença. 

Atenção, para os que não são benfiquistas, não vale dizer que a incorreção é "Somos os maiores", nem que achem que não é verdade.

As soluções devem ser entregues pelos seguintes meio:

a - Enviando por email, para o endereço postal apaginadosenigmas@gmail.com;

b - Entregando em mão ao orientador do Blogue A Página dos Enigmas, onde quer que o encontrem.

 
  NOTÍCIAS DO BLOGUE "A PÁGINA DOS ENIGMAS"

Já é conhecida a solução (e as respetivas pontuações) do nono (e último) teste do “Torneio Quem É?”, organizado pelo blogue A Página dos Enigmas (apaginadosenigmas.blogspot.com), assim como a classificação geral final. Ei-las:

Torneio “Quem é?”                                                           

Prova nº 9

Escritoras e escritores que nasceram em Portugal.

SOLUÇÃO 

1 

a) Francisco José Viegas

b) Jaime Ramos                                           

2

a) Ana Teresa Pereira

b) Matar a Imagem

3

a) Dinis Machado (nome) ou Dennis McShade (pseudónimo).

b) Peter Maynard

4

a) Modesto Navarro

b) Diplo

5

a) Pedro Garcia Rosado

b) Gabriel Ponte

Nota: na resposta 4 b) apenas foram aceites Diplo e Diplomata, pois  a questão referia-se ao nome não real do protagonista, que se chama Artur Cortez. Ou seja, esse é o nome real do protagonista. Diplomata, ou Diplo, neste caso, alcunhas, são nomes não reais do protagonista.

Pontuações no 9º Teste

10 pontos

Detective Jeremias, Detective Verdinha, Inspector Moscardo, Mandrake Mágico e Rodriguda. (5 concorrentes).

9 pontos

Ana Marques, Arjacasa, Bernie Leceiro, Clóvis, Edomar, Inspector 27797, Inspector Ryckyi, Inspetor Boavida, Mac Jr., Mali, O Pegadas, Pedro Monteiro, Pintinha, Rainha Katya, Veni Vidi Vicci, Vic Key e Virmancaroli. (17 concorrentes).

8 pontos

Columbo, Jesse James e Jorrod. (3 concorrentes).

7 pontos

Joel Trigueiro. (1 concorrente).

6 pontos

Carluxa e Margareth. (2 concorrentes)

5 pontos

CA7, CN13, Didão e Inspector Cláudio. (4 concorrentes).

4 pontos

Fátima Pereira. (1 concorrente).

3 pontos

Carlos Caria, Detective  Silva, Sofia Ribeiro, ZAB e  Zé Alguém. (5 concorrentes).

2 pontos

Inspectora Sardinha e Marino. (2 concorrentes).

 

Classificação Geral Final (após o 9º Teste)

87 pontos

1º Rodriguda

2ª Mandrake Mágico

3ª Detective Jeremias

4º  Inspector Moscardo

85 pontos

5º Bernie Leceiro

6ª Detective Verdinha

7º Arjacasa

84 pontos

8º O Pegadas

83 pontos

9ª Mali

10º Vic Key

82 pontos

11º Mac Jr.

80 pontos

12º Clóvis

77 pontos

13º Inspetor Boavida

71 pontos

14º Columbo

65 pontos

15º Inspector Ryckyi

63 pontos

16ª Pintinha

55 pontos

17ª Rainha Katya

54 pontos

18ª Ana Marques

51 pontos

19º Virmancaroli

20ª Edomar

45 pontos

21º Inspector 27797

22º Abrótea

44 pontos

23ª Carluxa

43 pontos

24º Pedro Monteiro

36 pontos

25ª Detective Silva

35 pontos

26º Joel Trigueiro

30 pontos

27ª Detectivesca

29 pontos

28ª Margareth

27 pontos

29ª Inspectora Sardinha

26 pontos

30º Inspector Cláudio

31º Jorrod

32ª Jesse James

25 pontos 

33ª Sandra Ribeiro

34º Zé Alguém

21 pontos

35ª Sofia Ribeiro

20 pontos

36ª Detective Suricata

19 pontos

37º Faria

38º Molécula

18 pontos

39ª CN13

17 pontos

40ª CA7

16 pontos

41º Carlos Caria

42ª Fátima Pereira

15 pontos

43ª ZAB

14 Pontos

44º Didão

13 pontos

45º Marino

9 pontos

46º Inspector do Reino

47º Veni Vidi Vici.

Os prémios serão enviados por correio e serão atribuídos aos seguintes concorrentes.

1º Rodriguda - Taça + Diploma de participação.

2ª Mandrake Mágico - Taça + Diploma de participação.

3ª Detective Jeremias - Taça + Diploma de participação.

4º  Inspector Moscardo - Medalha + Diploma de participação.

5º Bernie Leceiro - Medalha + Diploma de participação.

6ª Detective Verdinha - Diploma de participação.

7ª Arjacasa - Diploma de participação.

8º O Pegadas - Diploma de participação.

9ª Mali - Diploma de participação.

10º Vic Key - Diploma de participação.

 
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