Já é conhecido o
segundo problema do Torneio de Fórmula 1 Policiária e do Torneio Paralelo de
Homenagem à Geração de 70, correspondente ao Grande Prémio de Lisboa.
Ei-lo:
Torneio de
Fórmula 1 Policiária
Grande Prémio
do Porto
Torneio
Paralelo de Homenagem à Geração de 70
Problema nº 2
O traficante
de diamantes
de Paulo
A minha missão
estava bem definida. Seguia o carro que me haviam indicado e, como de costume,
eu sabia que não o poderia perder.
A noite já caíra
há algum tempo e como o carro seguia numa estrada com poucos veículos, achei
melhor não me aproximar demasiado. Ele poderia suspeitar daquelas luzes que iam
sempre atrás dele mesmo quando mudava de direção.
Não era um
suspeito muito perigoso. Nunca matara ninguém, daquilo que se sabia. Estava a
ser seguido por ser um elemento importante na quadrilha de tráfico de diamantes
que estávamos a investigar.
Ele fazia uma
condução normal, quase descontraída. Connosco, naquela estrada, cruzavam-se
alguns carros, atirando-me as luzes para os olhos, e para os dele, muito
provavelmente, quando se esqueciam de alterar os faróis para a posição de
cruzamento com outros veículos. Nunca lhe vira a cara. Tinham-me indicado o
modelo e a cor do carro, o local onde estava parado e eu aguardei. Vi-o entrar
no carro, sozinho, e assim conduzia, porque mais ninguém entrara
posteriormente.
A viagem estava
monótona, não fossem os veículos que vinham da frente. Foi num desses
cruzamentos, enquanto um carro se cruzava com ele, que atirou pela janela,
ainda lhe vi a extremidade dos dedos, a ponta de um cigarro, que vi em
movimento parabólico até bater no chão. Não fosse eu estar a fazer a
perseguição e teria parado, para ter a certeza que a “beata” estava apagada na
berma onde caíra. Era inverno, mas nunca se sabe o que pode acontecer. Não há
épocas de incêndios, há incêndios. Ainda olhei para o lado direito, para ver se
via alguma chama a tentar começar, mas a ponta do cigarro não se via.
Aproximávamo-nos
da autoestrada e seria por aí que seguiríamos. Nestas estradas de portagem
eletrónica não se para, e foi por isso que seguimos sempre sem interrupção da
viagem.
Pouco depois,
havia uma estação de serviço, para onde ele entrou.
Eu também saí da
autoestrada. Ele estava parado a colocar combustível no carro. Eu não podia
parar ali, pois ele podia ver-me, o que não era aconselhável, ou desconfiar que
era seguido. Segui em frente e parei junto do restaurante da estação, pronto a
arrancar quando ele passasse, pois era a única via de saída. Parei. Vi que ele
desviara o carro para a lateral do restaurante e, como não surgira do outro
lado do edifício, parara aí. Será que iria comer. Também saí e fui até à
lateral do edifício.
Miséria!
Desgraça! Eu não tinha reparado na matrícula do carro e agora havia lá quatro
carros estacionados do mesmo modelo e da mesma cor. Um modelo atual. Como era
possível?! Como fora eu tão ingénuo? Quem é que agora eu deveria seguir? Havia
um veículo com matrícula portuguesa, outro com matrícula espanhola, um com a
placa da Grã-Bretanha e outro, pasme-se, da Finlândia. A terra do frio e do Pai
Natal. Claro que o interior do veículo coincidia com a nacionalidade da
matrícula, como eu pude constatar numa vista rápida através do para-brisas.
Quem é que eu
deveria seguir? Qual dos quatro veículos seria usado pelo traficante de
diamantes?
É neste
momento que os leitores vão ajudar o detetive automobilista. Qual dos carros
ele se deveria preparar para seguir e porquê?
As
soluções devem ser entregues pelos seguintes meio, até às 24 horas do dia 28
de fevereiro:
a-Enviando por
email, para o endereço postal apaginadosenigmas@gmail.com;
b-Entregando em
mão ao orientador do Blogue A Página dos Enigmas, onde quer que o
encontrem.
c-Por correio, através do endereço postal Paulo Pereira Viegas / Rua Ferreira de Castro, lote 21 / 3505-570 Viseu.
o desafio dos enigmas
EIS A SOLUÇÃO DE AUTOR DO 1º PROBLEMA DAS
NOSSAS PROVAS
Ansiosamente aguardada pelos cerca de meia centena dos nossos leitores e seguidores que apresentaram propostas de solução ao problema 1 do torneio de decifração “Solução à Vista!” e do concurso de produção “Mãos à Escrita!”, da autoria do confrade viseense Paulo, publicamos hoje a sua solução oficial e os critérios de presidiram à avaliação e pontuação das propostas apresentadas, cuja classificação geral será divulgada na edição na nossa secção de 20 de fevereiro.
Torneio de Decifração “Solução à Vista!” – 2026
Problema nº 1
A Vingança, de Paulo
Solução de Autor
Eis a informação quanto ao nome da vítima, local onde foi morta, e com
quantos tiros.
Número de tiros – quatro, sete, oito, dez e doze tiros; Nomes
dos mortos – Ana Luísa, Martinho Neto, José Ramos, João Ramadas, Ivo Silva;
Localidade onde se encontram os corpos – Beja, Gondomar, Sagres; Maia;
Fundão
Identificação das distintas informações presentes no texto.
A – Quem levou número ímpar de tiros não foi morto em Beja nem em
Gondomar; B – O corpo de Sagres não era o da Ana Luísa nem levou 7
tiros. Levou mais tiros do que o número de letras do nome. (Foi morto com
número par de balas); C – Houve quem levasse um tiro por cada letra do
nome. D – O corpo que ficou em Gondomar apanhou metade dos tiros do João
Ramadas. E – A vítima morta na Maia levou número par de tiros, mas não
levou com o maior número de disparos, e não foi a Ana Luísa nem o José Ramos. F
– O Ivo Silva foi o que levou menos tiros
Análise dos elementos recolhidos.
1 – O que levou 7 tiros foi morto no Fundão porque
a) O que levou único número ímpar de tiros não foi morto em Beja
nem Gondomar (A)
b) O corpo de Sagres não levou sete tiros (B)
c) O corpo deixado na Maia levou número par de tiros (E)
Excluídas as localidades de Beja, Gondomar, Sagres e Maia, resta o Fundão
2 – João Ramadas levou 8 tiros, porque
O que foi morto em Gondomar levou metade dos tiros do João Ramadas (D).
Olhando para o número tiros disparados o único valor metade de outro é 4.
Os 8 tiros foram no João Ramadas. O corpo de Gondomar levou
com 4 projeteis.
3 – O Martinho Neto levou 12 tiros porque houve um que apanhou um
tiro por cada
letra do nome (C)
Temos: Ana Luísa – 8 letras; Martinho Neto – 12; José Ramos – 9: João
Ramadas- 11; Ivo Silva – 8. Como as coincidências de número entre letras e
tiros são o 8 e o 12 e quem levou (demonstrado em 2-) 8 tiros foi o João
Ramadas, a Ana Luísa já não poderia apanhar com 8 tiros e apenas o Martinho
Neto poderia levar 12 tiros.
4 – O corpo encontrado em Sagres levou 10 tiros porque
a) Levou mais tiros do que o número de letras do nome do assassino
(B)
b) João Ramadas e Martinho Neto já se sabe quantos tiros levaram,
e todos têm ou menor número de tiros do que número de letras do nome (8 tiros,
11 letras- em, 2-) ou igual número (Martinho Neto 12, 12, em 3-).
c) Sobram os que levaram 4,7 e 10 tiros e os nomes de Ana Luísa (8
letras), Ivo Silva (8 letras) e José Ramos (9 letras). Os 10 tiros são sempre
número superior ao de letras.
5 – O corpo encontrado na Maia só pode ser o que levou 8 tiros,
porque, (E), não levou o maior número de tiros, e os corpos encontrados no
Fundão, em Gondomar e em Sagres (1; 2; 4), também apanharam com número
diferentes de disparos. Pode-se então concluir: João Ramadas; 8 tiros; Maia.
6 – Com base nestas atribuições apenas falta indicar onde foi
encontrado o corpo que levou 12 tiros, e apenas pode ser em Beja. Então, Martinho
Neto, 12 tiros, Beja.
7 – Em Gondomar apareceu o Ivo, porque quem apareceu em Gondomar
levou 4 tiros (2), e o Ivo Silva foi o que levou menos tiros, (F). Fica então, Ivo
Silva; 4 tiros; Gondomar.
8 – Por exclusão de partes, como o corpo da Ana Luísa não apareceu
em Sagres (B), então em Sagres surgiu o José Ramos e a Ana Luísa foi morta no
Fundão.
9 – Concluindo: os nomes das vítimas, quantos tiros levaram e onde
surgiram os corpos. Ivo Silva; 4 tiros; Gondomar. Ana Luísa; 7 tiros; Fundão.
João Ramadas; 8 tiros; Maia. José Ramos; 10 tiros; Sagres. Martinho Neto; 12
tiros; Beja.
CRITÉRIOS DE PONTUAÇÃO/CLASSIFICAÇÃO
Indicação certa
de todas as combinações de “nome, número de tiros, cidade”: 10 pontos.
Indicação certa
de 3 combinações de “nome, número de tiros, cidade” + 1 incompleta: 8 pontos.
Indicação certa
de 3 combinações de “nome, número de tiros, cidade”: 7 pontos.
Indicação certa de
2 combinações de “nome, número de tiros, cidade” + 1 incompleta: 6 pontos.
Indicação certa
de 2 combinações de “nome, número de tiros, cidade”: 5 pontos.
Indicação de 2
combinações incompletas de “nome, número de tiros, cidade”: 4 pontos.
Presença: 3
pontos.
Fatores de
valorização para atribuição dos pontos especiais: qualidade e clareza da narrativa, originalidade
na abordagem ao tema, criatividade nos meios e modos utilizados, imaginação na forma
de apresentação da solução, referência a pormenores que não sejam fundamentais
para a resolução do problema e enriqueçam a narrativa do ponto de vista literário
ou artístico.
EIS O
SEGUNDO PROBLEMA DO TORNEIO “SOLUÇÃO À VISTA!”
Sem
mais delongas, porque o espaço disponível no jornal AUDIÊNCIA assim o
determina, passamos a publicar o segundo problema do torneio que nos
acompanhará ao longo de todo o ano:
Torneio de Decifração “Solução à Vista!” – 2026
Problema nº 2
Amor à Primeira Vista, de O
Gráfico
A Detective Cupido, Elisabete Maria Cardoso Cupido de seu nome completo,
formara-se há pouco tempo e no primeiro dia de abertura do seu Escritório…
recebeu logo uma chamada, de uma sua amiga, Florista, a participar um roubo e a
requisitar os seus préstimos. Elisabete Cupido, ao contrário daquilo que se
possa imaginar e que o seu próprio apelido pareça indicar…, mais vale ser que
parecer, ambicionai a honra e não as honras, nunca se apaixonara e só vivera
desde a sua infância com o objectivo de se tornar Detective e tentar desvendar
casos de mistério… e outras complexidades!
Um azar nunca vem só e a Dona Rosa Pimenta Saudade dos Cravos, mulher
sempre viva, alegre, trabalhadora e divertida, depois de um Sábado muito
fantástico… aconteceu-lhe de tudo… no dia seguinte quando se preparava para um
Domingo de arromba na sua Loja de Flores, de aromas divinais e espirituosos,
onde os clientes abundam devido aos seus módicos preços e constantes promoções
reconhecendo que da festa, o melhor é a véspera. Esta Florista de Profissão é
uma mulher de armas que também subiu na vida à custa dos seus próprios meios
pois quem dorme em pé não cai da cama, mas aquele seria um Domingo fatídico
para ela… primeiro, quando saía de casa, torceu um pé! Dorida chegou ao seu
veículo próprio e tinha dois pneus furados! Quando chegou, de Táxi, à sua Loja…
tinha tudo destruído… todavia, ainda deu para vislumbrar o assaltante… a fugir,
numa Carrinha sem matrícula, onde levou o cofre das suas economias e a máquina
registadora… logo num dia em que, devido à festa da véspera, extraordinária em
vendas, não tinha recolhido nenhum dinheiro e tão arrependida estava de ter
renovado o stock de flores até altas horas da noite!
A Dona Rosa dos Cravos, apesar de ser uma mulher muito perspicaz e
observadora, não hesitou em contactar a Detective Cupido em vez de participar o
roubo à Polícia pois quem tinha obtido o curso de Detective era a sua amiga
Elisabete Cupido e como mais vale um amigo próximo que um parente afastado
telefonou de imediato à jovem sabendo que esta Detective um dia seria
protagonista de um filme da Indústria de Hollywood!
A Detective Elisabete Cupido exultou com a requisição do seu primeiro
caso e com a sua ajudante Lilian, Lily para os amigos, e famosa por usar um só
brinco de princesa, respondeu com prontidão à chamada da desesperada e
aflitíssima Dona Rosa.
No entanto, alguém tinha chamado a Polícia Judiciária ao local do roubo
porque o famoso Inspector Rodriguinho, com o seu inteligentíssimo e habilíssimo
Ajudante Lumafero, nada “menino copo de leite”, também apareceu para tentar
solucionar o caso e descobrir os malfeitores. Quem telefonou, provavelmente,
algum dos vizinhos do Estabelecimento da Florista, não se cansou de dizer à P.
J. que o assaltante tinha um rosto bonito, simplesmente belo! E esta foi uma
dica que ficou bastante memorizada pelo audacioso Inspector que teve a
amabilidade de transmitir os pormenores à jovem Detective Elisabete Cupido.
Horas mais tarde foram detidos para averiguações e consequentes
depoimentos… três suspeitos do roubo… habituais “nestas andanças” e com
cadastro, a saber:
… um deles, era feio, mesmo feio, muito feio, feiíssimo! Outro era bonito
e o terceiro era lindíssimo, mesmo giro, ainda mais bonito do que o outro, um
giraço puro, atraente, lindo!
…Todos os interrogados tinham um álibi excelente com justificações e
pretextos irrefutáveis… para a hora do roubo! As suas declarações, falsas ou
verdadeiras, não sofriam qualquer contestação e por isso mesmo, não podiam ser
detidos! Contudo, o insólito aconteceu! A Detective Cupido, vamos lá saber-se
qual a razão (!?) apaixonou-se, de modo surpreendente e de sobremaneira, à
primeira vista, pelo suspeito mais feio… propriamente o feiíssimo e com os seus
próprios argumentos, mesmo assim, acabou por considerá-lo o culpado do roubo e
entregou-o às Autoridades competentes, para seu enorme desgosto!
No entanto, o Inspector Rodriguinho, homem mais sabido da vida e já
costumeiro em muitos casos semelhantes, antes quebrar que torcer, alheio a
paixões e amor à primeira vista (!) não esteve de acordo com a opinião e
sentimento da Detective Cupido e deteve para futuras averiguações e outras
conclusões o suspeito “bonito”, não o “ainda mais bonito do que este”… e tinha
razão (!) o “bonito” acabou por confessar ter sido ele… o autor do roubo!
A Detective Elisabete Maria Cardoso Cupido, mais tarde, acabou por
casar-se com o suspeito feiíssimo, a união resultou num amor perfeito, e são,
por enquanto, muito felizes!
PERGUNTA-SE:
1 - Qual a razão que levou a Detective Elisa Cupido a incriminar o
suspeito feiíssimo como provável autor do roubo? Justifique a sua
resposta.
2 - Qual a razão pela qual o Inspector Rodriguinho culpou como sendo o
autor do roubo o suspeito “bonito”? Justifique.
3 - Quantos Provérbios Populares estão mencionados no Texto, Problema
Policiário? Indique quais.
4 - Quantas Flores aparecem na narração? Indique os nomes.
E pronto, por agora, ficamos à espera das vossas propostas de solução
a este segundo problema, que devem ser enviadas até 28 de fevereiro de 2026,
através dos seguintes meios:
a)
por email, através do endereço eletrónico
salvadorsantos949@gmail.com;
b)
por correio,
através do endereço postal Salvador Santos / rua Quinta do Modelo, 40 /
2820-261 Charneca de Caparica;
c)
entregando em mão própria ao
orientador da secção, onde quer que o encontrem.
Por último, recorda-se que, conjuntamente com a proposta de solução
deste problema, os nossos concorrentes devem enviar a pontuação atribuída ao 1º
problema do torneio, cuja solução de autor será publicada na próxima edição d’
O Desafio dos Enigmas.
NÃO DEIXE DE PARTICIPAR
SÓ FALTAM 6 DIAS - RESPOSTAS ATÉ ÀS 24H00 DE 31 DE JANEIRO
Torneio de Decifração “Solução à Vista!” – 2026
Problema nº 1
A Vingança, de Paulo
“Eram todos assassinos contratados, responsáveis por terem morto os meus
pais e os meus irmãos. Ou, separando-os por géneros: quatro assassinos e uma
assassina. Era o crime organizado a exercer o seu poder sobre quem não pagava.
Eu escapei e planeei a vingança que pretendia executar. Escondido, vivendo nas
sombras, eliminei-os a todos, com requintes de vingança. Muitos tiros em cada
cadáver. Primeiro, para fazer doer, aterrorizar; só o último tiro era para
matar. Num dos corpos dei quatro tiros, sete noutro, oito num terceiro, e nos
outros dois cadáveres ficaram dez e doze projéteis respetivamente. Contei-os um
a um em voz alta, olhando os criminosos nos olhos. Vi a dor e o sofrimento, mas
soube-me bem. O meu ódio subia acima do terror deles.
Agora, que cumpri a minha missão, posso partir. Nada me prende a ninguém
nem a nenhum local, depois de ter realizado todo o percurso que planeei ao
pormenor. Todos os detalhes se encontram gravados na minha mente, tanto foi o
tempo e as vezes que pensei neles.
Os cinco corpos ficaram espalhados por Portugal. Fecho os olhos e vejo-me
a contar um número ímpar de tiros naquele corpo que se contorceu naquele local
que eu lhe tinha destinado, que não foi em Beja nem em Gondomar.
Foram anos na procura. Eu sabia os seus nomes. Aqueles pelos quais eram
conhecidos. Nomes profissionais. Profissionais da morte.
Recordo o corpo que desmembrei em Sagres, depois de lhe incrustar um
número par de projeteis, e que também não foi o da Ana Luísa, a assassina
sorridente. Foi o único que levou mais tiros do que o número de letras do nome.
Naquele sofrimento que eu lhes produzia, houve um que avisei antes de
começar:
– Vais levar um tiro por cada letra do teu nome. – E assim foi.
Certinhos. Eu disparava e depois dizia a letra. Só não ouviu a última.
Em Gondomar deixei um corpo com metade dos projéteis com que enfeitei o
João Ramadas. Soube-me bem!
Na vingança que exerci na Maia, deixei no cadáver um número par de balas,
apesar de não ter sido o corpo para onde mais disparei. Antes de aí fazer
cumprir o destino, já a Ana Luísa e o José Ramos tinham sido eliminados.
Lembro-me com nitidez do Martinho Neto a implorar, de lagrimas nos olhos,
enquanto eu ia carregando no gatilho vagarosamente. Foram vários tiros. Quando
o matei, os seus apelos faziam-me lembrar palavras semelhantes, de outros
assassinos que eu já tinha eliminado antes.
Era apenas mais uma morte. O cumprimento de uma missão. Para cada um dos
corpos sobre quem eu disparava, já tinha definido anteriormente a receita que
lhe estava destinada.
Que hei de fazer agora? Cumpri o meu destino. Corpos espalhados pelo
país, de Sagres a Gondomar, passando pelo Fundão. Nem um escapou, mesmo aquele
que mais foi difícil de encontrar, o Ivo Silva. Se calhar, por isso levou menos
tiros que todos os outros.
Agora, que já cumpri o caminho que tracei para mim, só me resta morrer.”
Esta foi a carta encontrada junto de um corpo, aparentemente vítima de
suicídio, que apareceu numa rua do Bairro do Restelo, em Lisboa, com um tiro na
fronte e a arma junto do corpo.
As autoridades abriram a boca de espanto. Havia algum tempo que tinham
notado o desaparecimento de alguns profissionais do crime, mais propriamente de
alguns elementos que se sabia que tinham por função cometer assassínios, mas
nunca tinham percebido o que lhes acontecera. Simplesmente, tinham desaparecido
de todas as informações que eram recebidas pela polícia. Parecia que agora tudo
estava esclarecido. Tudo fizera parte de uma longa e pormenorizada vingança.
Após o surgimento daquela carta, a Polícia Judiciária ainda tinha um
trabalho longo pela frente: tentar encontrar os corpos, e a carta era uma
primeira pista.
A partir das informações na carta podem também os leitores dar a sua
contribuição para ajudar as autoridades policiais, indicando em que localidade
cada vítima foi encontrada e com quantos tiros foi morta.
E pronto, por agora, ficamos à espera das vossas propostas de solução
a este primeiro problema, que devem ser enviadas até dia 31 de janeiro de 2026,
através dos seguintes meios:
a)
por email, através do endereço eletrónico
salvadorsantos949@gmail.com;
b)
por correio,
através do endereço postal Salvador Santos / rua Quinta do Modelo, 40 /
2820-261 Charneca de Caparica;
c)
entregando em mão própria ao
orientador da secção, onde quer que o encontrem.
E, já sabem, não se esqueçam de identificar a proposta de solução enviada com o vosso nome (ou com o pseudónimo adotado).
NÃO DEIXE DE PARTICIPAR!!!
COM AS
COMPETIÇÕES EM MARCHA, EIS OS SEUS REGULAMENTOS
Enquanto
os nossos seguidores se debatem com o enigma “A Vingança”, de Paulo, que
constitui o Problema 1 das nossas competições, recordamos nesta edição os seus
regulamentos, dando conta dos resultados finais das provas que animaram o
espaço virtual até ao final de 2025.
TORNEIO DE
DECIFRAÇÃO DE ENIGMAS POLICIÁRIOS
“SOLUÇÃO À VISTA!”
– 2026
REGULAMENTO
1. O torneio
de decifração de enigmas policiários é aberto a todos os leitores do jornal
AUDIÊNCIA GP e do blogue Local do Crime, não necessitando de inscrição prévia
2. O torneio
será constituído pelos enigmas apresentados ao concurso “Mãos à Escrita!”, que
serão publicados ao longo do ano de 2026.
3. As
propostas de solução de cada enigma deverão ser enviadas até ao último dia do
mês da sua publicação, para o email salvadorsantos949@gmail.com ou para o
endereço postal Rua Quinta do Modelo, 40, 2820-261 Charneca de Caparica.
3.1. A partir
da prova nº 2, as propostas de solução deverão ser acompanhadas de pontuação
atribuída ao enigma que constituiu a prova anterior (o enigma que constitui a
última prova do torneio, da autoria do orientador da secção O Desafio dos
Enigmas, não será pontuado).
3.2. As
pontuações a atribuir, entre 5 e 10 pontos, terão como objetivo definir a
ordenação da tabela classificativa final dos enigmas concorrentes ao concurso
“Mãos à Escrita!”, a decorrer paralelamente.
4. Cada
proposta de solução será classificada entre 5 e 10 pontos, correspondendo 5 à
simples presença e 10 à solução integral do enigma, sendo as pontuações
intermédias definidas de acordo com o grau de resolução.
4.1. Em
cada prova, das propostas de solução enviadas serão selecionadas pelo
orientador da secção as três melhores (as mais criativas e originais), que
receberão 3, 2 e 1 pontos. Esta pontuação servirá apenas para desempate em caso
de igualdade pontual entre concorrentes no final do torneio.
5. Será
vencedor do torneio, o concorrente que no final acumule o maior número de
pontos referidos em 4, sendo distinguido com a Taça Dic Roland.
6. Os
concorrentes posicionados nos dois lugares subsequentes da classificação final
serão distinguidos com as
Taças Rip Kirby e Avlis e Snitram.
7. Os
classificados entre o quarto e o décimo lugar serão distinguidos com medalhas
de participação.
8. Os casos
omissos serão resolvidos pelo orientador da secção O Desafio dos Enigmas, não
havendo recurso das decisões tomadas.
CONCURSO DE
ENIGMAS POLICIÁRIOS (PRODUÇÃO)
“MÃOS À ESCRITA!”
– 2026
REGULAMENTO
1. O concurso
é aberto a todos, sem condicionalismos de idade.
2. Cada
concorrente pode apresentar mais do que um original.
3. Os
trabalhos, na modalidade de produção de enigma policiário, em língua
portuguesa, deverão conter enunciado e respetiva solução.
4. Os
trabalhos deverão ser apresentados em suporte digital, formato A4, com tipo de
letra Time News Roman, em corpo 12 e com 1,5 de espaçamento entre
linhas.
5. O
enunciado do enigma deve ter o máximo de 2 páginas e a solução o máximo de uma
página e meia.
6. Os
trabalhos, nos moldes atrás descritos, deverão ser enviados para o endereço
eletrónico salvadorsantos949@gmail.com, entre 1 de
novembro de 2025 e 31 de março de 2026.
7. A
classificação dos enigmas será definida através da média da pontuação atribuída
pelos participantes na edição 2026 do Torneio de Decifração “Solução à Vista!”
e pelo orientador da secção O Desafio dos Enigmas.
8. Na
apresentação das propostas de solução dos enigmas do torneio de decifração
acima referido, que decorre paralelamente, os participantes atribuirão aos
enigmas entre 5 a 10 pontos (em função da sua originalidade e grau de
dificuldade), tendo o orientador da secção o mesmo número de pontos para
atribuir a cada enigma.
8.1. A
atribuição dos pontos é feita da seguinte forma: na apresentação da proposta de
solução do enigma que constitui a segunda prova do torneio de decifração, os
participantes atribuirão a pontuação da primeira prova; na apresentação da
proposta de solução da terceira prova, atribuirão a pontuação da segunda prova,
e assim sucessivamente.
8.2. A última
prova do torneio de decifração “Solução à Vista!” será da autoria do orientador
da secção, pelo que não integrará o concurso “Mãos à Escrita!”.
9. Será
vencedor do concurso o enigma que alcançar uma maior pontuação média, sendo
também distinguidos os restantes enigmas classificados nas primeiras três
posições.
10. Serão
atribuídos os seguintes prémios: 1º lugar – Taça A. Raposo; 2º Lugar – Taça
Nove; 3º Lugar – Taça Cloriano M. Carvalho.
11. Os casos
omissões serão resolvidos pelo orientador da secção O Desafio dos Enigmas, não
havendo recurso das decisões tomadas.
O
POLICIÁRIO NO ESPAÇO VIRTUAL
Chegou
ao fim o Torneio do Cinquentenário de “Mistério… Policiário”, que decorreu
ao longo de todo o ano 2025, alternadamente, nos blogues Local do Crime,
Repórter de Ocasião, A Página dos Enigmas e Momento do Policiário. Tendo-se
sagrado vencedora na Decifração a Detetive Jeremias, que também triunfou nas
Melhores, enquanto que Mali venceu nas Mais Originais. Destaque ainda para os
policiaristas que ocuparam lugares nos respetivos pódios, com Fotocópia e
Inspector Aranha nos 2º e 3º lugares em Decifração; Fotocópia e Inspector
Aranha também ficaram nos 2º e 3º postos das Melhores; e Dona Sopas e Detective
Jeremias nas 2ª e 3ª posições das Mais Originais. No domínio da Produção, o
grande vencedor foi o matosinhense Bernie Leceiro, que foi acompanhado no pódio
pelo viseense Paulo (2º lugar) e pela escalabitana Detective Jeremias (3º
lugar), após a votação dos veteranos Big Ben (ou Figaleira) e Luís Pessoa (ou
Inspetor Fidalgo).
Chegou
igualmente ao fim o Torneio “Quem É?”, que decorreu em exclusivo no blogue
A Página dos Enigmas, com a publicação de nove Testes de Questões sobre
Literatura Policial (autores, títulos, personagens…), tendo vencido Rodriguda,
em igualdade pontual com Mandrake Mágico, Detective Jeremias e Inspector
Moscardo, após aplicados os critérios de desempate.
Torneio de Decifração “Solução à Vista!” – 2026
Problema nº 1
A Vingança, de Paulo
“Eram todos assassinos contratados, responsáveis por terem morto os meus
pais e os meus irmãos. Ou, separando-os por géneros: quatro assassinos e uma
assassina. Era o crime organizado a exercer o seu poder sobre quem não pagava.
Eu escapei e planeei a vingança que pretendia executar. Escondido, vivendo nas
sombras, eliminei-os a todos, com requintes de vingança. Muitos tiros em cada
cadáver. Primeiro, para fazer doer, aterrorizar; só o último tiro era para
matar. Num dos corpos dei quatro tiros, sete noutro, oito num terceiro, e nos
outros dois cadáveres ficaram dez e doze projéteis respetivamente. Contei-os um
a um em voz alta, olhando os criminosos nos olhos. Vi a dor e o sofrimento, mas
soube-me bem. O meu ódio subia acima do terror deles.
Agora, que cumpri a minha missão, posso partir. Nada me prende a ninguém
nem a nenhum local, depois de ter realizado todo o percurso que planeei ao
pormenor. Todos os detalhes se encontram gravados na minha mente, tanto foi o
tempo e as vezes que pensei neles.
Os cinco corpos ficaram espalhados por Portugal. Fecho os olhos e vejo-me
a contar um número ímpar de tiros naquele corpo que se contorceu naquele local
que eu lhe tinha destinado, que não foi em Beja nem em Gondomar.
Foram anos na procura. Eu sabia os seus nomes. Aqueles pelos quais eram
conhecidos. Nomes profissionais. Profissionais da morte.
Recordo o corpo que desmembrei em Sagres, depois de lhe incrustar um
número par de projeteis, e que também não foi o da Ana Luísa, a assassina
sorridente. Foi o único que levou mais tiros do que o número de letras do nome.
Naquele sofrimento que eu lhes produzia, houve um que avisei antes de
começar:
– Vais levar um tiro por cada letra do teu nome. – E assim foi.
Certinhos. Eu disparava e depois dizia a letra. Só não ouviu a última.
Em Gondomar deixei um corpo com metade dos projéteis com que enfeitei o
João Ramadas. Soube-me bem!
Na vingança que exerci na Maia, deixei no cadáver um número par de balas,
apesar de não ter sido o corpo para onde mais disparei. Antes de aí fazer
cumprir o destino, já a Ana Luísa e o José Ramos tinham sido eliminados.
Lembro-me com nitidez do Martinho Neto a implorar, de lagrimas nos olhos,
enquanto eu ia carregando no gatilho vagarosamente. Foram vários tiros. Quando
o matei, os seus apelos faziam-me lembrar palavras semelhantes, de outros
assassinos que eu já tinha eliminado antes.
Era apenas mais uma morte. O cumprimento de uma missão. Para cada um dos
corpos sobre quem eu disparava, já tinha definido anteriormente a receita que
lhe estava destinada.
Que hei de fazer agora? Cumpri o meu destino. Corpos espalhados pelo
país, de Sagres a Gondomar, passando pelo Fundão. Nem um escapou, mesmo aquele
que mais foi difícil de encontrar, o Ivo Silva. Se calhar, por isso levou menos
tiros que todos os outros.
Agora, que já cumpri o caminho que tracei para mim, só me resta morrer.”
Esta foi a carta encontrada junto de um corpo, aparentemente vítima de
suicídio, que apareceu numa rua do Bairro do Restelo, em Lisboa, com um tiro na
fronte e a arma junto do corpo.
As autoridades abriram a boca de espanto. Havia algum tempo que tinham
notado o desaparecimento de alguns profissionais do crime, mais propriamente de
alguns elementos que se sabia que tinham por função cometer assassínios, mas
nunca tinham percebido o que lhes acontecera. Simplesmente, tinham desaparecido
de todas as informações que eram recebidas pela polícia. Parecia que agora tudo
estava esclarecido. Tudo fizera parte de uma longa e pormenorizada vingança.
Após o surgimento daquela carta, a Polícia Judiciária ainda tinha um
trabalho longo pela frente: tentar encontrar os corpos, e a carta era uma
primeira pista.
A partir das informações na carta podem também os leitores dar a sua
contribuição para ajudar as autoridades policiais, indicando em que localidade
cada vítima foi encontrada e com quantos tiros foi morta.
E pronto, por agora, ficamos à espera das vossas propostas de solução
a este primeiro problema, que devem ser enviadas até dia 31 de janeiro de 2026,
através dos seguintes meios:
a)
por email, através do endereço eletrónico
salvadorsantos949@gmail.com;
b)
por correio,
através do endereço postal Salvador Santos / rua Quinta do Modelo, 40 /
2820-261 Charneca de Caparica;
c)
entregando em mão própria ao
orientador da secção, onde quer que o encontrem.
E, já sabem, não se esqueçam de identificar a proposta de solução enviada com o vosso nome (ou com o pseudónimo adotado).
PARTICIPEM!!!
Já é conhecido o
primeiro problema do Torneio de Fórmula 1 Policiária e do Torneio Paralelo de
Homenagem à Geração de 70, correspondente ao Grande Prémio de Lisboa.
Ei-lo:
Torneio de
Fórmula 1 Policiária
Grande Prémio
de Lisboa
Torneio
Paralelo de Homenagem à Geração de 70
Problema nº 1
No Café
Central
O José Rabaça
nascera em Penedio no longínquo ano de 1947. Quando iniciara a adolescência,
abalara para Lisboa na companhia dos pais. Fizera o Curso Comercial e
conseguira emprego num banco, na capital de país, em plena Baixa, onde
permanecera até se reformar, em 2008. Dois anos depois, estava de volta à
aldeia onde nascera, e de onde nunca se desligara.
Gostava de
passar os dias no Café Central, o único da aldeia, onde, na companhia de mais
alguns seus contemporâneos, também já com a idade de terem reformas, algumas
bem magras, ia contando episódios que com ele se passaram na grande cidade.
– Este, que vos
vou contar, lembro-me eu muito bem dele. Foi em 1980. Um assalto. Em 37 anos
que trabalhei no banco, e foi sempre no mesmo, pois sou do tempo em que um
emprego era para toda a vida, foi a única vez que fomos assaltados, e,
imaginem, com uma banana.
– Essa técnica
já aconteceu noutros sítios! – disse o José Félix.
– Pois aconteceu
– rematou o Rabaça – mas naquele tempo ninguém tinha ouvido falar disso. O
homem tinha a banana tapada com um jornal, e parecia mesmo uma pistola. Eu
estava na caixa e só sei que ele levou todo o dinheiro que eu tinha. Eh pá!
Fiquei todo borrado com medo que ele disparasse.
Quando saiu já
estava cá fora a polícia, que o apanhou, e foi então que se descobriu a banana.
As gargalhadas
de todos coroaram a história, enquanto pelos vidros olhavam a rua onde brilhava
um Sol de quase 40 graus célsius naquele mês de junho.
– Faz hoje
43 anos, – rematou o Rabaça.
– Se fosse
comigo, também não esquecia. É o dia a seguir ao meu aniversário. – Disse o
João Rebelo.
– E quando é que
nasceste, então? – Perguntou o Luís Amílcar.
– Isso queriam
vocês saber, mas eu não digo.
O José Rabaça
acrescentou:
– Deixa-te de
tretas. És dois anos mais velho do que eu.
Mais um coro de
gargalhadas.
– E fizeste anos
ontem! – Acrescentou o José Félix.
– Pronto. Esta
bem! – Terminou o João Rebelo. – Nasci no ano em que terminou a guerra, no dia
12.
– Afinal, não
custou dizer – disse o Luís Amílcar a rir.
A conversa mudou
para o futebol. Eram todos benfiquistas, e o campeonato de 2023 transformava-se
num bom tema, em que estavam todos de acordo.
– Somos os
maiores.
Termina-se
aqui.
Será que há
algo de incorreto no que foi contado? O que é? Justifique a resposta.
Está lançada a
primeira prova. Fácil, como se pode ler, mas... não se esqueçam de justificar,
pois numa prova em que é tão fácil encontrar o que está incorreto, a
justificação pode fazer a diferença.
Atenção, para os
que não são benfiquistas, não vale dizer que a incorreção é "Somos os
maiores", nem que achem que não é verdade.
As
soluções devem ser entregues pelos seguintes meio:
a - Enviando por
email, para o endereço postal apaginadosenigmas@gmail.com;
b - Entregando em
mão ao orientador do Blogue A Página dos Enigmas, onde quer que o
encontrem.
Já é conhecida a solução (e as respetivas pontuações) do nono (e último) teste do “Torneio Quem É?”, organizado pelo blogue A Página dos Enigmas (apaginadosenigmas.blogspot.com), assim como a classificação geral final. Ei-las:
Torneio “Quem
é?”
Prova nº 9
Escritoras
e escritores que nasceram em Portugal.
SOLUÇÃO
1
a) Francisco
José Viegas
b)
Jaime Ramos
2
a) Ana Teresa
Pereira
b) Matar a
Imagem
3
a) Dinis Machado
(nome) ou Dennis McShade (pseudónimo).
b) Peter Maynard
4
a) Modesto
Navarro
b) Diplo
5
a) Pedro Garcia
Rosado
b) Gabriel Ponte
Nota:
na resposta 4 b) apenas foram aceites Diplo e Diplomata, pois a questão
referia-se ao nome não real do protagonista, que se chama Artur Cortez. Ou
seja, esse é o nome real do protagonista. Diplomata, ou Diplo, neste caso,
alcunhas, são nomes não reais do protagonista.
Pontuações
no 9º Teste
10 pontos
Detective
Jeremias, Detective Verdinha, Inspector Moscardo, Mandrake Mágico e Rodriguda.
(5 concorrentes).
9 pontos
Ana Marques,
Arjacasa, Bernie Leceiro, Clóvis, Edomar, Inspector 27797, Inspector Ryckyi,
Inspetor Boavida, Mac Jr., Mali, O Pegadas, Pedro Monteiro, Pintinha, Rainha
Katya, Veni Vidi Vicci, Vic Key e Virmancaroli. (17 concorrentes).
8 pontos
Columbo, Jesse
James e Jorrod. (3 concorrentes).
7 pontos
Joel Trigueiro.
(1 concorrente).
6 pontos
Carluxa e
Margareth. (2 concorrentes)
5 pontos
CA7, CN13, Didão
e Inspector Cláudio. (4 concorrentes).
4 pontos
Fátima Pereira.
(1 concorrente).
3 pontos
Carlos Caria,
Detective Silva, Sofia Ribeiro, ZAB e Zé Alguém. (5 concorrentes).
2 pontos
Inspectora
Sardinha e Marino. (2 concorrentes).
Classificação
Geral Final (após o 9º Teste)
87 pontos
1º Rodriguda
2ª Mandrake
Mágico
3ª Detective
Jeremias
4º Inspector
Moscardo
85 pontos
5º Bernie
Leceiro
6ª Detective
Verdinha
7º Arjacasa
84 pontos
8º O
Pegadas
83 pontos
9ª Mali
10º Vic Key
82 pontos
11º Mac Jr.
80 pontos
12º Clóvis
77 pontos
13º Inspetor
Boavida
71 pontos
14º Columbo
65 pontos
15º Inspector
Ryckyi
63 pontos
16ª Pintinha
55 pontos
17ª Rainha
Katya
54 pontos
18ª Ana
Marques
51 pontos
19º Virmancaroli
20ª Edomar
45 pontos
21º Inspector
27797
22º Abrótea
44 pontos
23ª Carluxa
43 pontos
24º Pedro
Monteiro
36 pontos
25ª Detective
Silva
35 pontos
26º Joel
Trigueiro
30 pontos
27ª Detectivesca
29 pontos
28ª Margareth
27 pontos
29ª Inspectora
Sardinha
26 pontos
30º Inspector
Cláudio
31º Jorrod
32ª Jesse James
25
pontos
33ª Sandra
Ribeiro
34º Zé
Alguém
21 pontos
35ª Sofia
Ribeiro
20 pontos
36ª Detective
Suricata
19 pontos
37º Faria
38º Molécula
18 pontos
39ª CN13
17 pontos
40ª CA7
16 pontos
41º Carlos
Caria
42ª Fátima
Pereira
15 pontos
43ª ZAB
14 Pontos
44º Didão
13 pontos
45º Marino
9 pontos
46º Inspector
do Reino
47º Veni Vidi
Vici.
Os prémios
serão enviados por correio e serão atribuídos aos seguintes concorrentes.
1º Rodriguda
- Taça + Diploma de participação.
2ª Mandrake
Mágico - Taça + Diploma de participação.
3ª Detective
Jeremias - Taça + Diploma de participação.
4º Inspector
Moscardo - Medalha + Diploma de participação.
5º Bernie
Leceiro - Medalha + Diploma de participação.
6ª Detective
Verdinha - Diploma de participação.
7ª Arjacasa - Diploma
de participação.
8º O
Pegadas - Diploma de participação.
9ª Mali - Diploma
de participação.
10º Vic Key - Diploma de participação.