NÃO DEIXE DE PARTICIPAR
SÓ FALTAM 6 DIAS - RESPOSTAS ATÉ ÀS 24H00 DE 31 DE JANEIRO
Torneio de Decifração “Solução à Vista!” – 2026
Problema nº 1
A Vingança, de Paulo
“Eram todos assassinos contratados, responsáveis por terem morto os meus
pais e os meus irmãos. Ou, separando-os por géneros: quatro assassinos e uma
assassina. Era o crime organizado a exercer o seu poder sobre quem não pagava.
Eu escapei e planeei a vingança que pretendia executar. Escondido, vivendo nas
sombras, eliminei-os a todos, com requintes de vingança. Muitos tiros em cada
cadáver. Primeiro, para fazer doer, aterrorizar; só o último tiro era para
matar. Num dos corpos dei quatro tiros, sete noutro, oito num terceiro, e nos
outros dois cadáveres ficaram dez e doze projéteis respetivamente. Contei-os um
a um em voz alta, olhando os criminosos nos olhos. Vi a dor e o sofrimento, mas
soube-me bem. O meu ódio subia acima do terror deles.
Agora, que cumpri a minha missão, posso partir. Nada me prende a ninguém
nem a nenhum local, depois de ter realizado todo o percurso que planeei ao
pormenor. Todos os detalhes se encontram gravados na minha mente, tanto foi o
tempo e as vezes que pensei neles.
Os cinco corpos ficaram espalhados por Portugal. Fecho os olhos e vejo-me
a contar um número ímpar de tiros naquele corpo que se contorceu naquele local
que eu lhe tinha destinado, que não foi em Beja nem em Gondomar.
Foram anos na procura. Eu sabia os seus nomes. Aqueles pelos quais eram
conhecidos. Nomes profissionais. Profissionais da morte.
Recordo o corpo que desmembrei em Sagres, depois de lhe incrustar um
número par de projeteis, e que também não foi o da Ana Luísa, a assassina
sorridente. Foi o único que levou mais tiros do que o número de letras do nome.
Naquele sofrimento que eu lhes produzia, houve um que avisei antes de
começar:
– Vais levar um tiro por cada letra do teu nome. – E assim foi.
Certinhos. Eu disparava e depois dizia a letra. Só não ouviu a última.
Em Gondomar deixei um corpo com metade dos projéteis com que enfeitei o
João Ramadas. Soube-me bem!
Na vingança que exerci na Maia, deixei no cadáver um número par de balas,
apesar de não ter sido o corpo para onde mais disparei. Antes de aí fazer
cumprir o destino, já a Ana Luísa e o José Ramos tinham sido eliminados.
Lembro-me com nitidez do Martinho Neto a implorar, de lagrimas nos olhos,
enquanto eu ia carregando no gatilho vagarosamente. Foram vários tiros. Quando
o matei, os seus apelos faziam-me lembrar palavras semelhantes, de outros
assassinos que eu já tinha eliminado antes.
Era apenas mais uma morte. O cumprimento de uma missão. Para cada um dos
corpos sobre quem eu disparava, já tinha definido anteriormente a receita que
lhe estava destinada.
Que hei de fazer agora? Cumpri o meu destino. Corpos espalhados pelo
país, de Sagres a Gondomar, passando pelo Fundão. Nem um escapou, mesmo aquele
que mais foi difícil de encontrar, o Ivo Silva. Se calhar, por isso levou menos
tiros que todos os outros.
Agora, que já cumpri o caminho que tracei para mim, só me resta morrer.”
Esta foi a carta encontrada junto de um corpo, aparentemente vítima de
suicídio, que apareceu numa rua do Bairro do Restelo, em Lisboa, com um tiro na
fronte e a arma junto do corpo.
As autoridades abriram a boca de espanto. Havia algum tempo que tinham
notado o desaparecimento de alguns profissionais do crime, mais propriamente de
alguns elementos que se sabia que tinham por função cometer assassínios, mas
nunca tinham percebido o que lhes acontecera. Simplesmente, tinham desaparecido
de todas as informações que eram recebidas pela polícia. Parecia que agora tudo
estava esclarecido. Tudo fizera parte de uma longa e pormenorizada vingança.
Após o surgimento daquela carta, a Polícia Judiciária ainda tinha um
trabalho longo pela frente: tentar encontrar os corpos, e a carta era uma
primeira pista.
A partir das informações na carta podem também os leitores dar a sua
contribuição para ajudar as autoridades policiais, indicando em que localidade
cada vítima foi encontrada e com quantos tiros foi morta.
E pronto, por agora, ficamos à espera das vossas propostas de solução
a este primeiro problema, que devem ser enviadas até dia 31 de janeiro de 2026,
através dos seguintes meios:
a)
por email, através do endereço eletrónico
salvadorsantos949@gmail.com;
b)
por correio,
através do endereço postal Salvador Santos / rua Quinta do Modelo, 40 /
2820-261 Charneca de Caparica;
c)
entregando em mão própria ao
orientador da secção, onde quer que o encontrem.
E, já sabem, não se esqueçam de identificar a proposta de solução enviada com o vosso nome (ou com o pseudónimo adotado).
NÃO DEIXE DE PARTICIPAR!!!
COM AS
COMPETIÇÕES EM MARCHA, EIS OS SEUS REGULAMENTOS
Enquanto
os nossos seguidores se debatem com o enigma “A Vingança”, de Paulo, que
constitui o Problema 1 das nossas competições, recordamos nesta edição os seus
regulamentos, dando conta dos resultados finais das provas que animaram o
espaço virtual até ao final de 2025.
TORNEIO DE
DECIFRAÇÃO DE ENIGMAS POLICIÁRIOS
“SOLUÇÃO À VISTA!”
– 2026
REGULAMENTO
1. O torneio
de decifração de enigmas policiários é aberto a todos os leitores do jornal
AUDIÊNCIA GP e do blogue Local do Crime, não necessitando de inscrição prévia
2. O torneio
será constituído pelos enigmas apresentados ao concurso “Mãos à Escrita!”, que
serão publicados ao longo do ano de 2026.
3. As
propostas de solução de cada enigma deverão ser enviadas até ao último dia do
mês da sua publicação, para o email salvadorsantos949@gmail.com ou para o
endereço postal Rua Quinta do Modelo, 40, 2820-261 Charneca de Caparica.
3.1. A partir
da prova nº 2, as propostas de solução deverão ser acompanhadas de pontuação
atribuída ao enigma que constituiu a prova anterior (o enigma que constitui a
última prova do torneio, da autoria do orientador da secção O Desafio dos
Enigmas, não será pontuado).
3.2. As
pontuações a atribuir, entre 5 e 10 pontos, terão como objetivo definir a
ordenação da tabela classificativa final dos enigmas concorrentes ao concurso
“Mãos à Escrita!”, a decorrer paralelamente.
4. Cada
proposta de solução será classificada entre 5 e 10 pontos, correspondendo 5 à
simples presença e 10 à solução integral do enigma, sendo as pontuações
intermédias definidas de acordo com o grau de resolução.
4.1. Em
cada prova, das propostas de solução enviadas serão selecionadas pelo
orientador da secção as três melhores (as mais criativas e originais), que
receberão 3, 2 e 1 pontos. Esta pontuação servirá apenas para desempate em caso
de igualdade pontual entre concorrentes no final do torneio.
5. Será
vencedor do torneio, o concorrente que no final acumule o maior número de
pontos referidos em 4, sendo distinguido com a Taça Dic Roland.
6. Os
concorrentes posicionados nos dois lugares subsequentes da classificação final
serão distinguidos com as
Taças Rip Kirby e Avlis e Snitram.
7. Os
classificados entre o quarto e o décimo lugar serão distinguidos com medalhas
de participação.
8. Os casos
omissos serão resolvidos pelo orientador da secção O Desafio dos Enigmas, não
havendo recurso das decisões tomadas.
CONCURSO DE
ENIGMAS POLICIÁRIOS (PRODUÇÃO)
“MÃOS À ESCRITA!”
– 2026
REGULAMENTO
1. O concurso
é aberto a todos, sem condicionalismos de idade.
2. Cada
concorrente pode apresentar mais do que um original.
3. Os
trabalhos, na modalidade de produção de enigma policiário, em língua
portuguesa, deverão conter enunciado e respetiva solução.
4. Os
trabalhos deverão ser apresentados em suporte digital, formato A4, com tipo de
letra Time News Roman, em corpo 12 e com 1,5 de espaçamento entre
linhas.
5. O
enunciado do enigma deve ter o máximo de 2 páginas e a solução o máximo de uma
página e meia.
6. Os
trabalhos, nos moldes atrás descritos, deverão ser enviados para o endereço
eletrónico salvadorsantos949@gmail.com, entre 1 de
novembro de 2025 e 31 de março de 2026.
7. A
classificação dos enigmas será definida através da média da pontuação atribuída
pelos participantes na edição 2026 do Torneio de Decifração “Solução à Vista!”
e pelo orientador da secção O Desafio dos Enigmas.
8. Na
apresentação das propostas de solução dos enigmas do torneio de decifração
acima referido, que decorre paralelamente, os participantes atribuirão aos
enigmas entre 5 a 10 pontos (em função da sua originalidade e grau de
dificuldade), tendo o orientador da secção o mesmo número de pontos para
atribuir a cada enigma.
8.1. A
atribuição dos pontos é feita da seguinte forma: na apresentação da proposta de
solução do enigma que constitui a segunda prova do torneio de decifração, os
participantes atribuirão a pontuação da primeira prova; na apresentação da
proposta de solução da terceira prova, atribuirão a pontuação da segunda prova,
e assim sucessivamente.
8.2. A última
prova do torneio de decifração “Solução à Vista!” será da autoria do orientador
da secção, pelo que não integrará o concurso “Mãos à Escrita!”.
9. Será
vencedor do concurso o enigma que alcançar uma maior pontuação média, sendo
também distinguidos os restantes enigmas classificados nas primeiras três
posições.
10. Serão
atribuídos os seguintes prémios: 1º lugar – Taça A. Raposo; 2º Lugar – Taça
Nove; 3º Lugar – Taça Cloriano M. Carvalho.
11. Os casos
omissões serão resolvidos pelo orientador da secção O Desafio dos Enigmas, não
havendo recurso das decisões tomadas.
O
POLICIÁRIO NO ESPAÇO VIRTUAL
Chegou
ao fim o Torneio do Cinquentenário de “Mistério… Policiário”, que decorreu
ao longo de todo o ano 2025, alternadamente, nos blogues Local do Crime,
Repórter de Ocasião, A Página dos Enigmas e Momento do Policiário. Tendo-se
sagrado vencedora na Decifração a Detetive Jeremias, que também triunfou nas
Melhores, enquanto que Mali venceu nas Mais Originais. Destaque ainda para os
policiaristas que ocuparam lugares nos respetivos pódios, com Fotocópia e
Inspector Aranha nos 2º e 3º lugares em Decifração; Fotocópia e Inspector
Aranha também ficaram nos 2º e 3º postos das Melhores; e Dona Sopas e Detective
Jeremias nas 2ª e 3ª posições das Mais Originais. No domínio da Produção, o
grande vencedor foi o matosinhense Bernie Leceiro, que foi acompanhado no pódio
pelo viseense Paulo (2º lugar) e pela escalabitana Detective Jeremias (3º
lugar), após a votação dos veteranos Big Ben (ou Figaleira) e Luís Pessoa (ou
Inspetor Fidalgo).
Chegou
igualmente ao fim o Torneio “Quem É?”, que decorreu em exclusivo no blogue
A Página dos Enigmas, com a publicação de nove Testes de Questões sobre
Literatura Policial (autores, títulos, personagens…), tendo vencido Rodriguda,
em igualdade pontual com Mandrake Mágico, Detective Jeremias e Inspector
Moscardo, após aplicados os critérios de desempate.
Torneio de Decifração “Solução à Vista!” – 2026
Problema nº 1
A Vingança, de Paulo
“Eram todos assassinos contratados, responsáveis por terem morto os meus
pais e os meus irmãos. Ou, separando-os por géneros: quatro assassinos e uma
assassina. Era o crime organizado a exercer o seu poder sobre quem não pagava.
Eu escapei e planeei a vingança que pretendia executar. Escondido, vivendo nas
sombras, eliminei-os a todos, com requintes de vingança. Muitos tiros em cada
cadáver. Primeiro, para fazer doer, aterrorizar; só o último tiro era para
matar. Num dos corpos dei quatro tiros, sete noutro, oito num terceiro, e nos
outros dois cadáveres ficaram dez e doze projéteis respetivamente. Contei-os um
a um em voz alta, olhando os criminosos nos olhos. Vi a dor e o sofrimento, mas
soube-me bem. O meu ódio subia acima do terror deles.
Agora, que cumpri a minha missão, posso partir. Nada me prende a ninguém
nem a nenhum local, depois de ter realizado todo o percurso que planeei ao
pormenor. Todos os detalhes se encontram gravados na minha mente, tanto foi o
tempo e as vezes que pensei neles.
Os cinco corpos ficaram espalhados por Portugal. Fecho os olhos e vejo-me
a contar um número ímpar de tiros naquele corpo que se contorceu naquele local
que eu lhe tinha destinado, que não foi em Beja nem em Gondomar.
Foram anos na procura. Eu sabia os seus nomes. Aqueles pelos quais eram
conhecidos. Nomes profissionais. Profissionais da morte.
Recordo o corpo que desmembrei em Sagres, depois de lhe incrustar um
número par de projeteis, e que também não foi o da Ana Luísa, a assassina
sorridente. Foi o único que levou mais tiros do que o número de letras do nome.
Naquele sofrimento que eu lhes produzia, houve um que avisei antes de
começar:
– Vais levar um tiro por cada letra do teu nome. – E assim foi.
Certinhos. Eu disparava e depois dizia a letra. Só não ouviu a última.
Em Gondomar deixei um corpo com metade dos projéteis com que enfeitei o
João Ramadas. Soube-me bem!
Na vingança que exerci na Maia, deixei no cadáver um número par de balas,
apesar de não ter sido o corpo para onde mais disparei. Antes de aí fazer
cumprir o destino, já a Ana Luísa e o José Ramos tinham sido eliminados.
Lembro-me com nitidez do Martinho Neto a implorar, de lagrimas nos olhos,
enquanto eu ia carregando no gatilho vagarosamente. Foram vários tiros. Quando
o matei, os seus apelos faziam-me lembrar palavras semelhantes, de outros
assassinos que eu já tinha eliminado antes.
Era apenas mais uma morte. O cumprimento de uma missão. Para cada um dos
corpos sobre quem eu disparava, já tinha definido anteriormente a receita que
lhe estava destinada.
Que hei de fazer agora? Cumpri o meu destino. Corpos espalhados pelo
país, de Sagres a Gondomar, passando pelo Fundão. Nem um escapou, mesmo aquele
que mais foi difícil de encontrar, o Ivo Silva. Se calhar, por isso levou menos
tiros que todos os outros.
Agora, que já cumpri o caminho que tracei para mim, só me resta morrer.”
Esta foi a carta encontrada junto de um corpo, aparentemente vítima de
suicídio, que apareceu numa rua do Bairro do Restelo, em Lisboa, com um tiro na
fronte e a arma junto do corpo.
As autoridades abriram a boca de espanto. Havia algum tempo que tinham
notado o desaparecimento de alguns profissionais do crime, mais propriamente de
alguns elementos que se sabia que tinham por função cometer assassínios, mas
nunca tinham percebido o que lhes acontecera. Simplesmente, tinham desaparecido
de todas as informações que eram recebidas pela polícia. Parecia que agora tudo
estava esclarecido. Tudo fizera parte de uma longa e pormenorizada vingança.
Após o surgimento daquela carta, a Polícia Judiciária ainda tinha um
trabalho longo pela frente: tentar encontrar os corpos, e a carta era uma
primeira pista.
A partir das informações na carta podem também os leitores dar a sua
contribuição para ajudar as autoridades policiais, indicando em que localidade
cada vítima foi encontrada e com quantos tiros foi morta.
E pronto, por agora, ficamos à espera das vossas propostas de solução
a este primeiro problema, que devem ser enviadas até dia 31 de janeiro de 2026,
através dos seguintes meios:
a)
por email, através do endereço eletrónico
salvadorsantos949@gmail.com;
b)
por correio,
através do endereço postal Salvador Santos / rua Quinta do Modelo, 40 /
2820-261 Charneca de Caparica;
c)
entregando em mão própria ao
orientador da secção, onde quer que o encontrem.
E, já sabem, não se esqueçam de identificar a proposta de solução enviada com o vosso nome (ou com o pseudónimo adotado).
PARTICIPEM!!!
Já é conhecido o
primeiro problema do Torneio de Fórmula 1 Policiária e do Torneio Paralelo de
Homenagem à Geração de 70, correspondente ao Grande Prémio de Lisboa.
Ei-lo:
Torneio de
Fórmula 1 Policiária
Grande Prémio
de Lisboa
Torneio
Paralelo de Homenagem à Geração de 70
Problema nº 1
No Café
Central
O José Rabaça
nascera em Penedio no longínquo ano de 1947. Quando iniciara a adolescência,
abalara para Lisboa na companhia dos pais. Fizera o Curso Comercial e
conseguira emprego num banco, na capital de país, em plena Baixa, onde
permanecera até se reformar, em 2008. Dois anos depois, estava de volta à
aldeia onde nascera, e de onde nunca se desligara.
Gostava de
passar os dias no Café Central, o único da aldeia, onde, na companhia de mais
alguns seus contemporâneos, também já com a idade de terem reformas, algumas
bem magras, ia contando episódios que com ele se passaram na grande cidade.
– Este, que vos
vou contar, lembro-me eu muito bem dele. Foi em 1980. Um assalto. Em 37 anos
que trabalhei no banco, e foi sempre no mesmo, pois sou do tempo em que um
emprego era para toda a vida, foi a única vez que fomos assaltados, e,
imaginem, com uma banana.
– Essa técnica
já aconteceu noutros sítios! – disse o José Félix.
– Pois aconteceu
– rematou o Rabaça – mas naquele tempo ninguém tinha ouvido falar disso. O
homem tinha a banana tapada com um jornal, e parecia mesmo uma pistola. Eu
estava na caixa e só sei que ele levou todo o dinheiro que eu tinha. Eh pá!
Fiquei todo borrado com medo que ele disparasse.
Quando saiu já
estava cá fora a polícia, que o apanhou, e foi então que se descobriu a banana.
As gargalhadas
de todos coroaram a história, enquanto pelos vidros olhavam a rua onde brilhava
um Sol de quase 40 graus célsius naquele mês de junho.
– Faz hoje
43 anos, – rematou o Rabaça.
– Se fosse
comigo, também não esquecia. É o dia a seguir ao meu aniversário. – Disse o
João Rebelo.
– E quando é que
nasceste, então? – Perguntou o Luís Amílcar.
– Isso queriam
vocês saber, mas eu não digo.
O José Rabaça
acrescentou:
– Deixa-te de
tretas. És dois anos mais velho do que eu.
Mais um coro de
gargalhadas.
– E fizeste anos
ontem! – Acrescentou o José Félix.
– Pronto. Esta
bem! – Terminou o João Rebelo. – Nasci no ano em que terminou a guerra, no dia
12.
– Afinal, não
custou dizer – disse o Luís Amílcar a rir.
A conversa mudou
para o futebol. Eram todos benfiquistas, e o campeonato de 2023 transformava-se
num bom tema, em que estavam todos de acordo.
– Somos os
maiores.
Termina-se
aqui.
Será que há
algo de incorreto no que foi contado? O que é? Justifique a resposta.
Está lançada a
primeira prova. Fácil, como se pode ler, mas... não se esqueçam de justificar,
pois numa prova em que é tão fácil encontrar o que está incorreto, a
justificação pode fazer a diferença.
Atenção, para os
que não são benfiquistas, não vale dizer que a incorreção é "Somos os
maiores", nem que achem que não é verdade.
As
soluções devem ser entregues pelos seguintes meio:
a - Enviando por
email, para o endereço postal apaginadosenigmas@gmail.com;
b - Entregando em
mão ao orientador do Blogue A Página dos Enigmas, onde quer que o
encontrem.
Já é conhecida a solução (e as respetivas pontuações) do nono (e último) teste do “Torneio Quem É?”, organizado pelo blogue A Página dos Enigmas (apaginadosenigmas.blogspot.com), assim como a classificação geral final. Ei-las:
Torneio “Quem
é?”
Prova nº 9
Escritoras
e escritores que nasceram em Portugal.
SOLUÇÃO
1
a) Francisco
José Viegas
b)
Jaime Ramos
2
a) Ana Teresa
Pereira
b) Matar a
Imagem
3
a) Dinis Machado
(nome) ou Dennis McShade (pseudónimo).
b) Peter Maynard
4
a) Modesto
Navarro
b) Diplo
5
a) Pedro Garcia
Rosado
b) Gabriel Ponte
Nota:
na resposta 4 b) apenas foram aceites Diplo e Diplomata, pois a questão
referia-se ao nome não real do protagonista, que se chama Artur Cortez. Ou
seja, esse é o nome real do protagonista. Diplomata, ou Diplo, neste caso,
alcunhas, são nomes não reais do protagonista.
Pontuações
no 9º Teste
10 pontos
Detective
Jeremias, Detective Verdinha, Inspector Moscardo, Mandrake Mágico e Rodriguda.
(5 concorrentes).
9 pontos
Ana Marques,
Arjacasa, Bernie Leceiro, Clóvis, Edomar, Inspector 27797, Inspector Ryckyi,
Inspetor Boavida, Mac Jr., Mali, O Pegadas, Pedro Monteiro, Pintinha, Rainha
Katya, Veni Vidi Vicci, Vic Key e Virmancaroli. (17 concorrentes).
8 pontos
Columbo, Jesse
James e Jorrod. (3 concorrentes).
7 pontos
Joel Trigueiro.
(1 concorrente).
6 pontos
Carluxa e
Margareth. (2 concorrentes)
5 pontos
CA7, CN13, Didão
e Inspector Cláudio. (4 concorrentes).
4 pontos
Fátima Pereira.
(1 concorrente).
3 pontos
Carlos Caria,
Detective Silva, Sofia Ribeiro, ZAB e Zé Alguém. (5 concorrentes).
2 pontos
Inspectora
Sardinha e Marino. (2 concorrentes).
Classificação
Geral Final (após o 9º Teste)
87 pontos
1º Rodriguda
2ª Mandrake
Mágico
3ª Detective
Jeremias
4º Inspector
Moscardo
85 pontos
5º Bernie
Leceiro
6ª Detective
Verdinha
7º Arjacasa
84 pontos
8º O
Pegadas
83 pontos
9ª Mali
10º Vic Key
82 pontos
11º Mac Jr.
80 pontos
12º Clóvis
77 pontos
13º Inspetor
Boavida
71 pontos
14º Columbo
65 pontos
15º Inspector
Ryckyi
63 pontos
16ª Pintinha
55 pontos
17ª Rainha
Katya
54 pontos
18ª Ana
Marques
51 pontos
19º Virmancaroli
20ª Edomar
45 pontos
21º Inspector
27797
22º Abrótea
44 pontos
23ª Carluxa
43 pontos
24º Pedro
Monteiro
36 pontos
25ª Detective
Silva
35 pontos
26º Joel
Trigueiro
30 pontos
27ª Detectivesca
29 pontos
28ª Margareth
27 pontos
29ª Inspectora
Sardinha
26 pontos
30º Inspector
Cláudio
31º Jorrod
32ª Jesse James
25
pontos
33ª Sandra
Ribeiro
34º Zé
Alguém
21 pontos
35ª Sofia
Ribeiro
20 pontos
36ª Detective
Suricata
19 pontos
37º Faria
38º Molécula
18 pontos
39ª CN13
17 pontos
40ª CA7
16 pontos
41º Carlos
Caria
42ª Fátima
Pereira
15 pontos
43ª ZAB
14 Pontos
44º Didão
13 pontos
45º Marino
9 pontos
46º Inspector
do Reino
47º Veni Vidi
Vici.
Os prémios
serão enviados por correio e serão atribuídos aos seguintes concorrentes.
1º Rodriguda
- Taça + Diploma de participação.
2ª Mandrake
Mágico - Taça + Diploma de participação.
3ª Detective
Jeremias - Taça + Diploma de participação.
4º Inspector
Moscardo - Medalha + Diploma de participação.
5º Bernie
Leceiro - Medalha + Diploma de participação.
6ª Detective
Verdinha - Diploma de participação.
7ª Arjacasa - Diploma
de participação.
8º O
Pegadas - Diploma de participação.
9ª Mali - Diploma
de participação.
10º Vic Key - Diploma de participação.
TORNEIO DO CINQUENTENÁRIO
“MISTÉRIO… POLICIÁRIO” – MA/MP (1975 – 2025)
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PROBLEMA Nº 12
O ROUBO DOS
DIAMANTES, de Inspector Pevides
SOLUÇÃO DO AUTOR
A chave do
problema é só uma. Roubo simulado.
Nas declarações
do presumível alvo do assalto há só um pormenor que pode ser considerado falso.
Trata-se da
afirmação de que o luar iluminava a cena a cinquenta metros da sua casa. Era
dia de Lua Nova, sem Luar! 21 de Julho de 1952. (pontuável)
Para validar tal
declaração é preciso saber qual a fase da lua na noite dos factos.
Mas para isso, é
preciso saber qual a data.
O texto do
problema não o especifica.
Qual o ano?
Para determinar
o ano temos diversas pistas reveladas pelo noticiário na rádio.
Todas elas
conduzem ao ano de 1952. Os jogos olímpicos onde Zatopec voltou a ganhar
medalhas foi em Helsínquia 1952. (pontuável)
Depois o mês. As
mesmas pistas ou algumas delas levam a Julho 21. (pontuável)
A saber: o
terramoto de Kern County, California.
Além disso o
Dia de São Lourenço de Brindisi é o dia 21 de Julho. (pontuável)
O nosso
inspector fazia anos e tinha o nome do santo.
Depois disso, há
que procurar qual a fase da lua em 21 de Julho de 1952.
Lua Nova.
Logo, o homem mentiu. O mais provável é que inventou, com a cumplicidade dos
seus criados, um assalto que não existiu. Metódica e cuidadosamente todos os
vestígios foram deixados para dar credibilidade ao roubo.
Móbil do
crime: manter a posse dos diamantes e receber o dinheiro do seguro. (pontuável)
Presença de
Concorrente: (pontuável).
PONTUAÇÕES
DECIFRAÇÃO
10 pontos
Bernie Leceiro, Búfalos
Associados, Clóvis, Detective Jeremias, Detective Verdinha, Didão, Dona Sopas, Edomar,
EGO, Fotocópia, Haka Crimes, Inspector 27797, Inspector Mokada, Inspetor
Moscardo, Inspector Pevides, Jess James, Joel Trigueiro, Mancha Negra, Mali, Mandrake
Mágico, Mula Velha, Pintinha, Veni Vidi Vici e Visconde das Devesas.
09 pontos
Inspector Mucaba
e Rainha Katya,
08 pontos
Pedro Monteiro
07 pontos
Inspector Aranha
e Vic Key.
06 pontos
Inspector Rickyi e Dick Tracy.
05 pontos
Ana Marques, Arjacasa,
Bela, CA7, Carluxa, CN13, Columbo, Detective Silva, Detective VASOFE, Faria, Inspector
Cláudio, Inspector Detective, Inspectora Sardinha, Jorrod, JC Al, Margareth, Marino,
Molécula, O Pegadas, Sofia Ribeiro, Super Heróis do Policiário, ZAB e Zé Alguém.
03 pontos
Carlos Caria, Detective
Suricata, Fátima Pereira e Sandra Ribeiro.
AS
MELHORES
Detective
Jeremias - 5 pontos
Búfalos
Associados - 4 pontos
Mandrake Mágico
- 3 pontos
Inspector
Moscardi - 2 pontos
Veni Vidi Vici -
1 ponto
AS MAIS
ORIGINAIS
Mali - 5 pontos
Fotocópia - 4
pontos
Detective
Verdinha - 3 pontos
Dona Sopas - 2
pontos
Inspector 27797 -
1 ponto
PRÉMIOS SORTEADOS:
- 1 Livro de
Problemas Policiários e Soluções de M. CONSTANTINO, Oferta de Salvador Santos,
juntamente com um Bloco de Apontamentos da Tipografia Lobão, Oferta de José
Silvério, para sortear entre os concorrentes totalistas.
PREMIADO: Mancha
Negra
- 1 Conjunto de
12 Postais Ilustrados de Montemor-o-Novo, Oferta de Francisco Salgueiro, para
sortear entre todos os concorrentes não totalistas.
PREMIADA: Faria
CONSULTE TODAS AS CLASSIFICAÇÕES NO SITE CLUBE DE DETECTIVES (clubededetectives.pt)
UM ANO NOVO CHEIO DE PROBLEMAS POLICIÁRIOS
Arrancam
hoje o Torneio de Decifração “Solução à Vista” e o Concurso de Produção “Mãos à
Escrita!”, com a publicação do Problema nº 1 das duas provas, da autoria de
Paulo, que ocuparão durante ao longo deste ano (e parte de 2027) as meninges
dos nossos confrades. No primeiro caso, compete-lhes resolver crimes de vária tipologia
e acusar de seus autores, submetendo ao orientador desta secção relatórios o
mais circunstanciados possível sobre as situações em apreço. No segundo caso,
cabe-lhes avaliar a qualidade dos enigmas propostos, atribuindo aos seus
autores a pontuação correspondente após ser conhecida a chamada “solução
oficial”. Assim sendo, os confrades que “vistam a pele” de detetives têm
exatamente um mês para decifrar cada problema antes do prazo expirar (ou seja, até
ao último dia do mês correspondente), enviando a pontuação atribuída a cada
original até ao final do mês seguinte. Para que não haja dúvidas sobre esta mecânica,
recordaremos os regulamentos das duas provas em próximas edições.
Torneio de Decifração “Solução à Vista!” – 2026
Problema nº 1
A Vingança, de Paulo
“Eram todos assassinos contratados, responsáveis por terem morto os meus
pais e os meus irmãos. Ou, separando-os por géneros: quatro assassinos e uma
assassina. Era o crime organizado a exercer o seu poder sobre quem não pagava.
Eu escapei e planeei a vingança que pretendia executar. Escondido, vivendo nas
sombras, eliminei-os a todos, com requintes de vingança. Muitos tiros em cada
cadáver. Primeiro, para fazer doer, aterrorizar; só o último tiro era para
matar. Num dos corpos dei quatro tiros, sete noutro, oito num terceiro, e nos
outros dois cadáveres ficaram dez e doze projéteis respetivamente. Contei-os um
a um em voz alta, olhando os criminosos nos olhos. Vi a dor e o sofrimento, mas
soube-me bem. O meu ódio subia acima do terror deles.
Agora, que cumpri a minha missão, posso partir. Nada me prende a ninguém
nem a nenhum local, depois de ter realizado todo o percurso que planeei ao
pormenor. Todos os detalhes se encontram gravados na minha mente, tanto foi o
tempo e as vezes que pensei neles.
Os cinco corpos ficaram espalhados por Portugal. Fecho os olhos e vejo-me
a contar um número ímpar de tiros naquele corpo que se contorceu naquele local
que eu lhe tinha destinado, que não foi em Beja nem em Gondomar.
Foram anos na procura. Eu sabia os seus nomes. Aqueles pelos quais eram
conhecidos. Nomes profissionais. Profissionais da morte.
Recordo o corpo que desmembrei em Sagres, depois de lhe incrustar um
número par de projeteis, e que também não foi o da Ana Luísa, a assassina
sorridente. Foi o único que levou mais tiros do que o número de letras do nome.
Naquele sofrimento que eu lhes produzia, houve um que avisei antes de
começar:
– Vais levar um tiro por cada letra do teu nome. – E assim foi.
Certinhos. Eu disparava e depois dizia a letra. Só não ouviu a última.
Em Gondomar deixei um corpo com metade dos projéteis com que enfeitei o
João Ramadas. Soube-me bem!
Na vingança que exerci na Maia, deixei no cadáver um número par de balas,
apesar de não ter sido o corpo para onde mais disparei. Antes de aí fazer
cumprir o destino, já a Ana Luísa e o José Ramos tinham sido eliminados.
Lembro-me com nitidez do Martinho Neto a implorar, de lagrimas nos olhos,
enquanto eu ia carregando no gatilho vagarosamente. Foram vários tiros. Quando
o matei, os seus apelos faziam-me lembrar palavras semelhantes, de outros
assassinos que eu já tinha eliminado antes.
Era apenas mais uma morte. O cumprimento de uma missão. Para cada um dos
corpos sobre quem eu disparava, já tinha definido anteriormente a receita que
lhe estava destinada.
Que hei de fazer agora? Cumpri o meu destino. Corpos espalhados pelo
país, de Sagres a Gondomar, passando pelo Fundão. Nem um escapou, mesmo aquele
que mais foi difícil de encontrar, o Ivo Silva. Se calhar, por isso levou menos
tiros que todos os outros.
Agora, que já cumpri o caminho que tracei para mim, só me resta morrer.”
Esta foi a carta encontrada junto de um corpo, aparentemente vítima de
suicídio, que apareceu numa rua do Bairro do Restelo, em Lisboa, com um tiro na
fronte e a arma junto do corpo.
As autoridades abriram a boca de espanto. Havia algum tempo que tinham
notado o desaparecimento de alguns profissionais do crime, mais propriamente de
alguns elementos que se sabia que tinham por função cometer assassínios, mas
nunca tinham percebido o que lhes acontecera. Simplesmente, tinham desaparecido
de todas as informações que eram recebidas pela polícia. Parecia que agora tudo
estava esclarecido. Tudo fizera parte de uma longa e pormenorizada vingança.
Após o surgimento daquela carta, a Polícia Judiciária ainda tinha um
trabalho longo pela frente: tentar encontrar os corpos, e a carta era uma
primeira pista.
A partir das informações na carta podem também os leitores dar a sua
contribuição para ajudar as autoridades policiais, indicando em que localidade
cada vítima foi encontrada e com quantos tiros foi morta.
E pronto, por agora, ficamos à espera das vossas propostas de solução
a este primeiro problema, que devem ser enviadas até dia 31 de janeiro de 2026,
através dos seguintes meios:
a)
por email, através do endereço eletrónico
salvadorsantos949@gmail.com;
b)
por correio,
através do endereço postal Salvador Santos / rua Quinta do Modelo, 40 /
2820-261 Charneca de Caparica;
c)
entregando em mão própria ao
orientador da secção, onde quer que o encontrem.
E, já sabem, não se esqueçam de identificar a proposta de solução enviada
com o vosso nome (ou com o pseudónimo adotado).
Já é conhecida a
solução do décimo (e último) problema e as suas respetivas pontuações, bem como
a classificação geral FINAL, do I-Torneio Policiário “Português Suave” – Modo
Simplex, organizado pelo blogue Momento do Policiário
(momentodopoliciario.blogspot.com). Ei-las:
I - Torneio
Policiário “Português Suave”
| PROBLEMA N.º 10
ESTRANHA
PESCARIA
Solução
Acontece que os
jacarés matam as grandes presas arrastando-as para debaixo de água, onde as
afogam, após girarem o corpo para prenderem os dentes.
Depois de
rasgada a presa em grandes bocados eles as engolem sem problemas…!
Como o braço foi
cortado pelo ombro, logo de forma limpa, (bem cortado) teve de ser
amputado com uma faca ou um outro instrumento afiado, não podendo ter sido
arrancado pelos dentes de um jacaré e, já que mesmo com uma só mordida o corte
se apresentaria irregular…!
Pontuações
neste 10º problema
10 PONTOS
Agente Silva, Arjacasa,
Bela, Búfalos Associados, Carlinha, Carlos Caria, Carluxa, Columbo, Clóvis, Detective
Jeremias, Detective Izadora, Detective Verdinha, Dick Tracy, Didão, EGO, Faria,
Inspector 27797, Inspectora Sardinha, Inspector Moscardo, Inspector Pevides, Inspector
do Reino, Inspsector Ryckyi, Inspetor Boavida, Jesse James, Joel Trigueiro, Mali,
Mandrake Mágico, Molécula, O Gráfico, O Pegadas, Os Super Heróis do Policiário,
Paulo, Pedro Monteiro, Pintinha, Rainha Katya e Vic Key.
05 PONTOS
Ana Marques, CA
7, CN 13, Detective Silva, Detective Suricata, Fátima Pereira, Inspector
Cláudio, Jorrod, Margareth, Marino, Sandra Ribeiro, Sofia Ribeiro, ZAB e Zé
Alguém.
Classificação
Geral FINAL
98 PONTOS
Arjacasa, Inspetor
Boavida e O Gráfico.
96 PONTOS
Detective Verdinha.
94 PONTOS
Búfalos
Associados, Clóvis, Detective Jeremias, Mali, O Pegadas e Pintinha.
93 PONTOS
EGO.
91 PONTOS
Inspector
Pevides.
89 PONTOS
Faria e Inspector
Moscardo.
88 PONTOS
Dick Tracy e Vic
Key,
86 PONTOS
Mandrake Mágico.
85 PONTOS
Carlinha e
Paulo.
84 PONTOS
Bela, Pedro
Monteiro e Rainha Katya.
83 PONTOS
Ana Marques.
82 PONTOS
Carluxa, Inspector
do Reino e Molécula.
81 PONTOS
Carlos Caria, Inspector
Ryckyi. Jorrod e Joel Trigueiro.
80 PONTOS
Detective
Izadora.
79 PONTOS
Inspectora
Sardinha, Margareth e Sofia Ribeiro.
77 PONTOS
CA 7, CN 13,
Detective Silva e ZAB.
75 PONTOS
Inspector
Cláudio.
73 PONTOS
Columbo.
72 PONTOS
Zé Alguém.
65 PONTOS
Detective
Suricata.
62 PONTOS
Fátima Pereira.
58 PONTOS
Inspector 27797.
55 PONTOS
Marino e Sandra
Ribeiro.
49 PONTOS
Agente Silva.
33 PONTOS
Detetivesca.
30 PONTOS
Jesse James.
28 PONTOS
Detective
Caracoleta.
26 PONTOS
Ribeiro de
Carvalho.
20 PONTOS
Didão e Os Super
Heróis do Policiário.
18 PONTOS
Detective Lupa
de Pedra.
15 PONTOS
Bernie Leceiro.
10 PONTOS
Jorge Amaral.